Publicação
Dor crónica musculoesquelética
| dc.contributor.advisor | Santos, José Martins dos | |
| dc.contributor.author | Vicente, Fabiana Ferreira | |
| dc.date.accessioned | 2017-01-23T12:07:31Z | |
| dc.date.available | 2017-01-23T12:07:31Z | |
| dc.date.issued | 2016-11-30 | |
| dc.description | Dissertação para obtenção do grau de Mestre no Instituto Superior de Ciências da Saúde Egas Moniz | pt_PT |
| dc.description.abstract | Segundo a International Association for the Study of Pain (IASP), a dor é uma experiência sensorial e/ou emocional desagradável associada a lesão tecidular, real ou potencial, ou é descrita em função dessa lesão. É a causa mais comum a nível mundial para a procura de auxílio médico, deste modo, o doente deve ser avaliado em função de diversos fatores, físicos, psicológicos, sociais e económicos. A dor aguda é um fenómeno fisiológico de alerta fundamental para um indivíduo como consequência de um traumatismo, processo inflamatório ou cirúrgico que tende a desaparecer com o tempo. Por outro lado, a dor crónica persiste por um período de tempo prolongado (superior a 3 meses) e não apresenta qualquer benefício para o doente. A dor crónica afeta principalmente indivíduos do sexo feminino e a sua incidência aumenta com a idade. Estima-se que 36% da população portuguesa sofra de dor crónica, este facto deve-se principalmente ao aumento da esperança média de vida e ao aumento da longevidade dos doentes com comorbilidades causadoras de dor como, afeções musculoesqueléticas (42%), traumatismos (12%), doenças oncológicas (1%), entre outras. O controlo da dor deve ser encarado como uma prioridade nos serviços prestadores de cuidados de saúde, deste modo, a abordagem da dor crónica não se pode cingir a uma especialidade médica, mas sim a uma equipa multidisciplinar que inclui médicos especializados em medicina da dor, psicólogos, psiquiatras, fisioterapeutas e técnicos de serviço social. Dado que o índice de envelhecimento tende a aumentar nos próximos anos, este trabalho foca-se na principal causa de dor crónica em Portugal (afeções musculoesqueléticas) e visa descrever o estado da arte no tratamento da dor crónica musculoesquelética tendo em conta as técnicas farmacológicas e não farmacológicas. | pt_PT |
| dc.identifier.tid | 201454149 | pt_PT |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10400.26/17660 | |
| dc.language.iso | por | pt_PT |
| dc.subject | Dor | pt_PT |
| dc.subject | Dor crónica musculoesquelética | pt_PT |
| dc.subject | Envelhecimento | pt_PT |
| dc.subject | Tratamento farmacológico | pt_PT |
| dc.subject | Tratamento não darmacológico | pt_PT |
| dc.title | Dor crónica musculoesquelética | pt_PT |
| dc.type | master thesis | |
| dspace.entity.type | Publication | |
| rcaap.rights | openAccess | pt_PT |
| rcaap.type | masterThesis | pt_PT |
| thesis.degree.name | Mestrado Integrado em Ciências Farmacêuticas | pt_PT |
