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Farmacoterapia da dor no doente oncológico

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Resumo(s)

A Organização Mundial de Saúde (OMS) identificou a dor oncológica como um problema de saúde global. O cancro consiste numa condição multifacetada complexa, que afeta todas as dimensões da vida de um indivíduo que sofra desta patologia. De todos os sintomas subsequentes a esta doença, a dor é apontada como um dos mais importantes. A prevalência da dor oncológica é de 33% após a submissão a tratamento anticancerígeno, de 59% durante esse mesmo tratamento e de 64% em doentes com metástases, que se encontrem num estado da doença avançado ou terminal. Têm sido feitos esforços para contrariar esta realidade através de formulação de guidelines e criação de programas educacionais para um melhor controlo e tratamento da dor oncológica. O tratamento da dor oncológica baseia-se principalmente numa abordagem farmacoterapêutica definida em guidelines desenvolvidas pela OMS, que têm vindo a ser melhoradas e complementadas ao longo dos anos. É crucial que o profissional de saúde conheça as propriedades farmacológicas fundamentais dos múltiplos fármacos disponíveis para o alívio da dor oncológica, bem como os potenciais efeitos adversos que podem decorrer da sua própria utilização. O objetivo do presente trabalho consiste em rever e compilar alguma da informação sobre esta temática, que se considerou importante para a atividade do farmacêutico na oncologia.

Descrição

Dissertação para obtenção do grau de Mestre no Instituto Superior de Ciências da Saúde Egas Moniz

Palavras-chave

Dor Dor oncológica OMS Tratamento da dor oncológica Opióides

Contexto Educativo

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