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Publicação

Práticas de continuidade de cuidados nos hospitais - Elos de ligação

datacite.subject.fosCiências Médicas::Ciências da Saúdept_PT
dc.contributor.advisorMartins, Maria Manuela
dc.contributor.authorSantos, Maria José Carreira
dc.date.accessioned2018-08-01T15:37:39Z
dc.date.available2018-08-01T15:37:39Z
dc.date.issued2018
dc.description.abstractA continuidade de cuidados é um problema comum nos sistemas assistenciais que tem preocupado o Serviço Nacional de Saúde (SNS) em Portugal, como apontam vários indícios. Bastará para tal, olhar para a Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI) e os resultados da sua evolução, publicados em relatórios do Ministério da Saúde (MS) e para a organização das Equipas de Gestão de Altas (EGA) nos hospitais, para perceber que este tema é transversal aos diferentes níveis de cuidados. Contudo, não tem havido evidência sobre o processo organizativo da continuidade de cuidados, sobre os modelos em uso e ainda sobre a homogeneidade dos procedimentos planeamento de alta hospitalar. É neste contexto que surge a dúvida que nos levou à pergunta de partida “Estará garantida a todos os clientes a continuidade assistencial com o desenvolvimento do processo de planeamento de alta, considerando as diferentes respostas para a continuidade de cuidados? Desenvolvemos um estudo quantitativo, descritivo, exploratório do qual fizeram parte sessenta e nove enfermeiros que trabalham na área da continuidade de cuidados. O instrumento utilizado foi o questionário de autopreenchimento, em cujo estudo participaram enfermeiros oriundos de cinco distritos do norte do país e de quinze hospitais. Dos resultados, salienta-se o reconhecimento do enfermeiro de ligação no serviço, a existência de um formulário próprio e o recurso a vários meios, como por exemplo o telefone, o correio eletrónico e o sistema informático, como promotores da continuidade de cuidados. Foi ainda identificado que os profissionais de saúde, no contexto hospitalar, desenvolvem um processo estruturado do planeamento de alta. O processo de reinternamento demonstra ser uma área frágil, bem como a articulação entre os profissionais que fazem a continuidade. Constata-se ainda que a operacionalização da ligação intra e interinstitucional na continuidade de cuidados não é consensual nos hospitais estudados. Enquanto uns assumem a existência de um enfermeiro de ligação intrainstitucional (enfermeiro de referência ou enfermeiro de reabilitação do serviço), outros referem que o elo de ligação na continuidade de cuidados é assumido pelo enfermeiro da EGA. Estes resultados apontam para a necessidade de estudar mais esta temática e cumprir os fluxos de intercâmbio de informação clinica de forma mais sistemática e potenciadora da continuidade de cuidados.pt_PT
dc.identifier.tid201919907pt_PT
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.26/23537
dc.language.isoporpt_PT
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/pt_PT
dc.subjectContinuidade de cuidadospt_PT
dc.subjectAlta programadapt_PT
dc.subjectEnfermeiros de ligaçãopt_PT
dc.subjectPlaneamento de altapt_PT
dc.titlePráticas de continuidade de cuidados nos hospitais - Elos de ligaçãopt_PT
dc.title.alternativeContinuity care practices in hospitals - connecting linkspt_PT
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
rcaap.rightsopenAccesspt_PT
rcaap.typemasterThesispt_PT
thesis.degree.grantorEscola Superior de Enfermagem do Porto
thesis.degree.nameMestrado em Direção e Chefia de Serviços de Enfermagempt_PT

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