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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
O iodo é um oligoelemento essencial à vida, sendo um micronutriente necessário para o bom funcionamento do organismo. Uma vez que não é sintetizado pelo organismo, deverá ser obtido a partir de fontes alimentares ( alimentos ricos em iodo: Peixes, crustáceos, algas; fontes varáveis: Vegetais, carne, leite e seus derivados; alimentos fortificados: sal iodado). Tem como função essencial a biossíntese das hormonas tiroideias (T3 e T4 – triiodotironina e tiroxina, respetivamente), as quais desempenham um papel muito
importante no crescimento e desenvolvimento dos nossos órgãos, e principalmente do cérebro. Atuam no crescimento físico e neurológico, no metabolismo basal, na manutenção da temperatura corporal, controlam o metabolismo da oxidação celular, o metabolismo dos lipídios, dos hidratos de carbono, das proteínas, da água e de alguns minerais. O iodo também é importante no funcionamento de diversos órgãos como o
coração, o fígado, rins e ovários. A Organização Mundial de Saúde (OMS) manifesta preocupação sobre a
carência de iodo sensivelmente desde 1993, recomendando a fortificação universal do sal com iodo.
No entanto, em Portugal a referência de dados sobre este problema era reduzida ou quase nula e os existentes não estavam atualizados, o que foi alterado até há pouco tempo. Entretanto, e através de trabalhos realizados e publicados recentemente, sobre o aporte de iodo em Portugal, sugere-se a necessidade de uma intervenção urgente. Recentemente já foram iniciados alguns esforços, quer pela Direção Geral de Saúde (DGS) – orientação para a suplementação de mulheres gravidas e lactentes, quer
pela Direção Geral da Educação – circular nº3: DSEEAS/DGE/2013 para o uso de sal iodado nas cantinas escolares.
Descrição
Dissertação para obtenção do grau de Mestre no Instituto Superior de Ciências da Saúde Egas Moniz
Palavras-chave
Ingestão de iodo Deficiência em iodo Excesso de iodo Tiroide
