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Orientador(es)
Resumo(s)
A presente dissertação pretende estudar os determinantes dos ratings das dívidas
soberanas no leque de dez países pertences à União Europeia e quatro não pertencentes
e não europeus, das três principais Agências de Rating. Pretende também verificar se os
determinantes se alteraram antes e depois da crise financeira, analisando os períodos
entre 1995 a 2006 e 2007 a 2012. Utilizaram-se dados em Painel e fizeram-se
estimações com Ordinary Least Square, Least Squares Dummy Varibales, Generalized
Least Squares e Ordered Probit. Os resultados mostram-se mais satisfatórios com a
abordagem Ordered Probit. As variáveis mais relevantes para a amostra global
utilizando a última abordagem foram o PIB per capita, o Crescimento real do PIB, a
Taxa de Desemprego, a Dívida do Governo, a Eficácia do Governo e as Reservas. Para
a regressão linear foram o PIB per capita, a Taxa de Desemprego, a Dívida do Governo
e o Saldo Orçamental. Concluiu-se que a partir da crise de 2007, as agências de rating
seguiram um modelo matemático, sendo pró-cíclicas, alterando os ratings tardiamente
Descrição
Palavras-chave
Ratings soberanos Crise Agências de rating Painel Efeitos fixos Efeitos aleatórios Ordered probit União Europeia
