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Atividade física e quedas em idosos : orientações para os enfermeiros de reabilitação

datacite.subject.fosCiências Médicas::Ciências da Saúdept_PT
dc.contributor.advisorMartins, Maria Manuela
dc.contributor.authorCapelo, Joana Isabel Martins
dc.date.accessioned2018-06-06T14:25:30Z
dc.date.available2018-06-06T14:25:30Z
dc.date.issued2018
dc.description.abstractOs serviços de internamento hospitalar têm cada vez mais idosos que apresentam co-morbilidades inerentes ao processo de envelhecimento. Apercebemo-nos pela prática clínica que muitas vezes os idosos têm dificuldade em retomar o seu estado anterior depois do episódio de internamento, particularmente em relação à mobilidade. Olhar o problema da transição saúde-doença é repensar as práticas terapêuticas para acompanhar o episódio de doença e contribuir para a consciencialização da mudança necessária no estilo de vida, para garantir um envelhecimento ativo. Sabemos que a queda emerge como um evento com elevada incidência nos idosos, e da qual resultam complicações que podem conduzir a um estado de dependência, ou em casos mais graves à morte. Procuramos compreender as caraterísticas dos idosos em contexto familiar de uma população, particularmente em relação às quedas e atividade física habitual, a fim de criar um programa para manter as condições físicas durante o internamento e promover o envelhecimento ativo. Realizamos um estudo exploratório descritivo dos idosos em contexto familiar num Município do Norte de Portugal, com recurso a um questionário de autopreenchimento. Dos 2461 idosos participantes do estudo primário, retiramos pelo critério de inclusão ter pelo menos uma ocorrência de uma queda no último ano, ficando assim este estudo com uma amostra de 661 participantes. Os resultados evidenciaram que a queda repetida prevalece em: mulheres (72,5%); idosos até aos 80 anos (62,7%); casados (48,6%); com escolaridade equivalente ao 1º ciclo –antigo 4º ano (50,7%); com patologias músculo-esqueléticas como é o caso da Artrite (54,4%) e com manifestações de dificuldade em andar (65,9%). Observamos ainda que os idosos identificados como “inativos”, são os que caiem mais vezes (12,7%) e os diabéticos é o segundo grupo com mais quedas. As caraterísticas dos idosos do estudo aproximam-se do perfil dos idosos que cuidamos nos serviços de Medicina Interna, o que justifica a proposta de um programa de atividade física para ser desenvolvido durante o Internamento Hospitalar.pt_PT
dc.identifier.tid201919915pt_PT
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.26/23039
dc.language.isoporpt_PT
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/pt_PT
dc.subjectIdosopt_PT
dc.subjectAcidentes por quedaspt_PT
dc.subjectEnfermagem de reabilitaçãopt_PT
dc.titleAtividade física e quedas em idosos : orientações para os enfermeiros de reabilitaçãopt_PT
dc.title.alternativePhysical activity and falls in elderly – Guidelines for rehabilitation Nursespt_PT
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
rcaap.rightsopenAccesspt_PT
rcaap.typemasterThesispt_PT
thesis.degree.grantorEscola Superior de Enfermagem do Porto
thesis.degree.nameEnfermagem de Reabilitaçãopt_PT

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