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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Enquadramento: No contexto da pandemia COVID-19, assistimos ao crescimento do regime
de teletrabalho. No entanto, devido à repentina mudança e ao contexto vivido, para muitos o
teletrabalho trouxe consequências negativas. Numa altura em que tanto se falou de saúde
mental, este estudo pretende, na fase atual de retorno à “normalidade”, antes da COVID-19,
compreender a saúde mental dos teletrabalhadores. Objetivos: O presente estudo objetivou: (i)
caracterizar aspetos socioprofissionais e psicossociais numa amostra de pessoas em idade ativa,
que se encontrem em regime de teletrabalho; (ii) explorar a relação entre variáveis
socioprofissionais, o distress, a satisfação com o trabalho e a capacidade para o trabalho; (iii)
identificar potenciais preditores da capacidade para o trabalho. Método: Foi conduzido um
estudo quantitativo com trabalhadores em regime de teletrabalho, que responderam a um
questionário online através das redes sociais. O questionário para além de questões
sociodemográficas e profissionais, integrou três instrumentos de avaliação: EADS-21 (Escala
de Ansiedade, Depressão e Stress – 21 itens), Índice de Capacidade para o Trabalho, e Inquérito
de Satisfação com o Trabalho. Os resultados foram posteriormente analisados e comparados à
literatura existente. Resultados: Os resultados desta amostra sugerem que a maioria dos
profissionais apresentam um nível superior e exercem a sua atividade há pelo menos um ano
em teletrabalho, com uma carga horária estimada de 8 horas por dia. Os resultados sugerem
ainda que os níveis de stress e a satisfação com os salários são preditores da capacidade para o
trabalho dos profissionais que se encontram neste regime. Conclusão: Os resultados obtidos
encontram-se em linha com literatura existente, e sustentam a importância de investigações
futuras, de forma a melhorar a vertente organizacional na vida dos indivíduos.
Descrição
Palavras-chave
Teletrabalho COVID-19 Pós-pandemia Saúde mental
