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Abstract(s)
A contraceção é fundamental para o planeamento familiar. Os métodos contracetivos hormonais incluem métodos combinados com estrogénio e progestagénio na sua composição (pílula, anel vaginal e adesivo transdérmico) e métodos apenas com progestagénio (SIU, injetável intramuscular e implante subcutâneo), particularmente úteis em situações em que o estrogénio está contraindicado. Os seus efeitos adversos
relacionam-se com a dose de hormonas presente na formulação e também com o tipo de progestagénio. Para além do efeito anticoncecional, estes métodos hormonais têm outras aplicações não contracetivas, nomeadamente no tratamento das irregularidades menstruais, dismenorreia, menorragia e anemia, endometriose, mioma, doença pélvica inflamatória, entre outros; contudo possuem também riscos associados ao seu uso, realçando-se o risco cardiovascular, tromboembólico e de cancro da mama. Cada método contracetivo possui vantagens e desvantagens próprias de cada método, que são enumeradas nesta monografia.
Com o objetivo de caraterizar a população académica relativamente ao tipo de métodos contracetivos utilizados e conhecimentos básicos sobre os métodos contracetivos hormonais, realizou-se um inquérito a 471 estudantes dos diversos cursos lecionados no ISCSEM. Da análise dos resultados, é possível concluir que o preservativo é o método contracetivo mais utilizado (65,8%), seguido da pílula (61,6%),
com 43,5% dos estudantes do ISCSEM a referir a utilização conjunta de ambos os métodos.
Os resultados demonstram algum desconhecimento relativo aos métodos contracetivos, o que realça a necessidade de uma maior informação dos estudantes universitários.
Description
Dissertação para obtenção do grau de Mestre no Instituto Superior de Ciências da Saúde Egas Moniz
Keywords
Métodos contracetivos hormonais Benefícios Desvantagens População universitária
