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Authors
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Abstract(s)
A região do Cáspio tem sido objecto de crescente atenção da União Europeia (UE), que desenvolveu diversos enquadramentos institucionais para o seu relacionamento com os países da região.
O Azerbaijão tem frequentemente sido visto
como um parceiro privilegiado na construção
de pontes sobre o Cáspio, ligando a UE à Ásia Central, um potencial que este artigo analisa, quer do ponto de vista da UE, quer das autoridades em Bacu, argumentando que eles são simultaneamente concorrentes e competitivos.
Ambos os actores partilham um interesse em
desenvolver os recursos energéticos do Cáspio e o gasoduto Baku‑Tbilisi‑Ceyhan, partindo, contudo, de pontos distintos. O artigo argumenta que o nível de concorrência pode ser melhorado, se a UE assumir uma posição mais pragmática em questões regionais e domésticas, mas isso pode também significar que a UE limitará a sua capacidade para promover reformas internas e
princípios económicos liberais ao entrar nos jogos estratégicos do Cáspio e da Ásia Central.
Description
Keywords
Relações internacionais Estratégia Recursos energéticos Infra-estruturas Transporte UE (a partir de 1993) Mar Cáspio Ásia Central Azerbeijão
