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Resumo(s)
As máscaras tradicionais desempenham um papel fundamental na afirmação identitária das comunidades que as preservam. Em Portugal, a sua utilização está fortemente ligada a rituais ancestrais que promoviam a purificação, a fertilidade e a coesão social. Contudo, os avanços científicos e a crescente padronização cultural provocaram a erosão de algumas práticas, enquanto outras foram revitalizadas e adaptadas ao mundo contemporâneo. Esta dissertação reúne as máscaras tradicionais portuguesas e analisa o seu enquadramento no património cultural imaterial, explorando a sua origem, evolução e o papel que assumem no contexto atual. O Entrudo Chocalheiro de Podence é utilizado como caso de estudo para compreender os processos de resistência, transformação e valorização patrimonial. Este exemplo evidencia como a mobilização comunitária, a organização local e o reconhecimento institucional contribuíram para fortalecer uma tradição que se encontrava em risco, tornando-a num símbolo de cultura portuguesa de alcance internacional. Conclui-se que a preservação das tradições depende da capacidade de equilibrar autenticidade e renovação, assegurando que permaneçam vivas e significativas para as gerações futuras.
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Palavras-chave
Património Cultural Imaterial Máscaras Tradicionais Entrudo Caretos de Podence Identidade Cultural
Contexto Educativo
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