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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Atualmente a percentagem de pessoas com doença mental tem vindo a aumentar, sendo frequente encontrar pessoas com ansiedade, agressividade e/ou agitação psicomotora, internadas em unidades de cuidados intensivos. É necessário intervir junto destas, de modo a dar-lhes atenção, proporcionar a expressão de sentimentos, o esclarecimento de dúvidas, de modo a compreender as significações da experiência do internamento e ajudá-las na identificação das suas necessidades.
De modo a colmatar uma necessidade sentida na prática clínica, o presente relatório foi desenvolvido tendo por base a dimensão relacional da prática de enfermagem, nomeadamente, na empatia enquanto característica do enfermeiro promotora da relação terapêutica com a pessoa com doença mental. Este tema surge da interseção de duas áreas de prestação de cuidados distintas: doente crítico e saúde mental e psiquiatria.
Estabelecer uma relação terapêutica com a pessoa com doença mental, requer que o enfermeiro desenvolva competências humanas e técnicas específicas, sustentadas em teorias atuais, nomeadamente a Teoria das Relações Interpessoais de Hildegard Peplau.
Com a realização do estágio, em contexto de Hospital de Dia e internamento de psiquiatria de agudos, pretendeu-se consolidar competências no relacionamento terapêutico com a pessoa com doença mental através do exercício autorreflexivo. Foram desenvolvidas atividades de grupo e individuais, que permitiram pensar a empatia na relação terapêutica, contribuindo para aumento do conhecimento na práxis de enfermagem.
O caminho percorrido na área da saúde mental e psiquiatria foi um desafio pessoal e profissional, que contribuiu positivamente para o desenvolvimento consistente das competências específicas de Enfermeira Especialista em Enfermagem de Saúde Mental e Psiquiatria.
Descrição
Palavras-chave
Enfermagem psiquiátrica Peplau, Hildegard, 1909- Empatia Relação terapêutica
