Publicação
Mãos que protegem, corações que acolhem: o acolhimento de crianças e jovens em Portugal
| datacite.subject.fos | Serviço social | pt_PT |
| dc.contributor.advisor | Almeida, Maria Sidalina | |
| dc.contributor.author | Moreira, Marisa Susana Oliveira | |
| dc.date.accessioned | 2018-05-21T16:44:52Z | |
| dc.date.available | 2018-05-21T16:44:52Z | |
| dc.date.issued | 2018-04-27 | |
| dc.date.submitted | 2018-03 | |
| dc.description.abstract | O presente estudo tem por objetivo central analisar as perceções do percurso de vida de jovens adultos que viveram a experiência de institucionalização. Trata-se do conhecimento das perceções sobre a medida de acolhimento, nos diferentes domínios: na missão, na política organizativa, nas rotinas quotidianas, nas atividades, relações sociais e, de forma particular sobre o seu processo de autonomia, os seus pressupostos familiares, educativos e formação profissional. Para tal, definimos como objetivos gerais do estudo as representações expetativas dos jovens ex-institucionalizados, mais concretamente do desenho do seu projeto de vida (percurso pessoal, educativo e profissional) e a análise dos fatores em que seu entender influenciaram a sua experiência no contexto de institucionalização. A presente investigação recorreu a uma metodologia qualitativa, utilizando como técnica, a recolha de informação, a entrevista semiestruturada, sendo que as respostas às entrevistas foram objeto de análise de conteúdo temático. Assim sendo, procedeu-se à realização de uma entrevista individual a 10 jovens, que estiveram em regime de acolhimento institucional num Lar de Infância e Juventude, na qual se recolheu informações para a caracterização sociodemográfica dos jovens e famílias e percurso anterior à institucionalização; representações sobre o percurso institucional, nomeadamente o seu percurso escolar e formação profissional durante este período e suas representações pós-institucionalização. A investigação realizada permitiu-nos concluir que os jovens consideram evidente o esforço das instituições, no que diz respeito à satisfação das necessidades e ao desenvolvimento das competências de autonomia nos jovens. Contudo, estas ainda têm alguns elementos na sua política organizativa e nas práticas profissionais, que devem ser melhorados, nomeadamente o trabalho com as famílias biológicas e o acompanhamento dos jovens pós-institucionalização. | pt_PT |
| dc.identifier.tid | 201959348 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10400.26/22942 | |
| dc.language.iso | por | pt_PT |
| dc.subject | Lares de Infância e Juventude | pt_PT |
| dc.subject | Institucionalização | pt_PT |
| dc.subject | Acolhimento | pt_PT |
| dc.subject | Socialização | pt_PT |
| dc.title | Mãos que protegem, corações que acolhem: o acolhimento de crianças e jovens em Portugal | pt_PT |
| dc.type | master thesis | |
| dspace.entity.type | Publication | |
| rcaap.rights | openAccess | pt_PT |
| rcaap.type | masterThesis | pt_PT |
| thesis.degree.grantor | Instituto Superior de Serviço Social do Porto | |
| thesis.degree.name | Mestrado em Intervenção Social na Infância e Juventude em Risco de Exclusão Social | pt_PT |
