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Publicação

Remineralização de esmalte erodido com cloreto de estanho e a sua influência na adesão de restaurações diretas em resina composta

dc.contributor.advisorVieira, Ana Maria
dc.contributor.authorCampos, João Pedro Lopes
dc.date.accessioned2018-01-08T14:37:40Z
dc.date.available2020-11-01T01:30:12Z
dc.date.issued2017-11
dc.descriptionDissertação para obtenção do grau de Mestre no Instituto Superior de Ciências da Saúde Egas Monizpt_PT
dc.description.abstractObjetivos: Avaliar a capacidade de remineralização do esmalte erodido com um dentífrico contendo cloreto de estanho (SnCl2), e a influência da remineralização nas forças de adesão de restaurações em resina composta. Materiais e Métodos: Foram utilizados 40 incisivos bovinos cujas raízes foram seccionadas e a câmara pulpar preenchida com resina composta. As amostras foram divididas aleatoriamente e 4 grupos: o grupo erodido - (Er), o grupo não erodido e remineralizado com um dentífrico convencional com fluoreto de sódio - (nEr-NaF); o grupo erodido e remineralizado com um dentífrico convencional com fluoreto de sódio - (Er-NaF), e por fim, o grupo-teste, erodido e remineralizado com um dentífrico com cloreto de estanho - (Er-SnCl2). No protocolo erosivo foi utilizada a bebida Sprite®, sendo as amostras armazenadas em saliva artificial após cada ciclo erosivo. Mediu-se a microdureza de Vickers no início do estudo, após 1 dia de ciclos erosivos e no final dos ciclos de erosão/remineralização. Posteriormente, efetuaram-se restaurações diretas em resina composta e mediu-se a sua resistência adesiva seccionando as amostras em palitos que foram testados numa máquina de testes universal. Calculou-se a microdureza relativa (MD) e a força de adesão (FA), e analisou-se estatisticamente estas duas variáveis dependentes, bem como as fraturas ocorridas no teste de microtração. Resultados: Dos grupos erodidos, apenas o grupo Er-SnCl2 recuperou a MD inicial após os ciclos de erosão/remineralização, revelando um valor de MD relativa estatisticamente superior ao inicial (p=0.006). Verificou-se uma diferença estatisticamente significativa entre os valores de FA para os diferentes grupos (p≤0.0001). O grupo Er-SnCl2 apresentou valores de FA estatisticamente superiores aos grupos Er-NaF (p≤0.0001) e nEr-NaF (p≤0.0001), mas não se encontraram diferenças quando comparado com o grupo Er (p=0.466). Verificou-se que a distribuição do tipo de fractura é dependente do grupo de estudo (p< .001), sendo as fraturas adesivas predominantes em qualquer um dos grupos. Conclusões: Conclui-se que o agente remineralizante SnCl2 tem a capacidade de remineralizar o esmalte erodido, não diminuindo as forças de adesão de posteriores restaurações em resina composta.pt_PT
dc.identifier.tid201790017pt_PT
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.26/19972
dc.language.isoporpt_PT
dc.subjectEsmaltept_PT
dc.subjectErosãopt_PT
dc.subjectRemineralizaçãopt_PT
dc.subjectCloreto de estanhopt_PT
dc.subjectForça adesivapt_PT
dc.titleRemineralização de esmalte erodido com cloreto de estanho e a sua influência na adesão de restaurações diretas em resina compostapt_PT
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
rcaap.rightsopenAccesspt_PT
rcaap.typemasterThesispt_PT
thesis.degree.nameMestrado Integrado em Medicina Dentáriapt_PT

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