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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
A educação de infância é um contexto emocionalmente exigente, onde recursos pessoais e estados motivacionais se articulam com o desempenho. Esta dissertação, enquadrada pelo JDR e pela COR, analisou a relação entre Inteligência Emocional (IE) e Desempenho (DES), testando o papel mediador do Envolvimento no Trabalho (ENV) e do Capital Psicológico (CP). Objetivo: estimar associações bivariadas entre IE, ENV, CP e DES e avaliar um modelo de mediação em série (PROCESS, Modelo 6). Método: N = 115 profissionais de creches/jardins de infância em Portugal (Midade = 44,44; DP = 10,19; 98,3% mulheres). Instrumentos: WLEIS (IE), PCQ-24 (CP), UWES-9 (ENV) e IWPQ-PT (DES). Procedimento: questionário online (Google Forms), divulgado por email institucional, grupos de Facebook de educadores/auxiliares e LinkedIn; participação voluntária e anónima, com dados agregados e sem identificadores. Resultados: correlações positivas na direção expectável e mediação completa centrada no CP (significativas as vias IE → CP → DES e IE → ENV → CP → DES; IE → ENV → DES não suportada). Discussão: a IE associa-se ao desempenho sobretudo via CP, enquanto o ENV funciona como facilitador motivacional; implicações teórico-práticas apontam para intervenções no CP (HERO) e desenho do trabalho que sustente o ENV, traduzindo competências emocionais em desempenho eficaz. Conclusão: o modelo processual proposto é suportado, oferecendo bases para práticas de RH e formação contínua no setor.
