Publicação
Avaliação das necessidades de formação dos farmacêuticos sobre terapêutica anti trombótica
| dc.contributor.advisor | Costa, Filipa Alves da | |
| dc.contributor.author | Caldeira, Andreia Filipa Marques | |
| dc.date.accessioned | 2017-01-18T11:06:59Z | |
| dc.date.available | 2017-01-18T11:06:59Z | |
| dc.date.issued | 2016-11 | |
| dc.description | Dissertação para obtenção do grau de Mestre no Instituto Superior de Ciências da Saúde Egas Moniz | pt_PT |
| dc.description.abstract | Introdução: A fibrilhação auricular é a arritmia cardíaca mais comum, com distribuição a nível mundial e com grande relevância em termos de mortalidade. Objetivo: Identificar e avaliar as necessidades de formação dos farmacêuticos na área da terapêutica anti trombótica. Metodologia: Foi aplicado um questionário, inserido numa plataforma virtual, aos farmacêuticos de 19 países, incluindo Portugal. O questionário foi traduzido por cada um dos representantes de cada país, continha um total de 25 questões divididas em 3 grupos, através do qual se pretendia avaliar a confiança dos farmacêuticos no aconselhamento da terapêutica anticoagulante. A análise estatística foi efetuada em SPSS versão 24, centrando-se em análise bivariada para comparar a confiança por classe farmacoterapêutica e por país, bem como na análise descritiva das formas de formação preferenciais. Resultados: Ao fim de 9 meses de estudo obtiveram-se 181 respostas para Portugal. Ao comparar os níveis de confiança dos farmacêuticos no aconselhamento dos anticoagulantes orais em Portugal verifica-se que relativamente ao subgrupo dos AVK os farmacêuticos apresentam diferenças significativas na confiança comparativamente ao subgrupo dos NOACs (p < 0,001). Quanto às preferências de formação nesta área, verifica-se que em Portugal a formação à distância é preferida por 72,8% dos farmacêuticos, ao passo que no Mundo este valor é de 68,4% dos farmacêuticos, no entanto, as diferenças na preferência de formação dos farmacêuticos portugueses comparativamente aos restantes países não são significativas (p = 0,403). Conclusão: Os farmacêuticos demonstram que não têm confiança suficiente no aconselhamento dos diferentes grupos farmacoterapêuticos e nos restantes aspetos relacionados com a terapêutica, pelo que é emergente que se invista em formações nesta temática. Deste modo, é imprescindível colmatar estas lacunas e melhorar o aconselhamento prestado ao doente, à semelhança do que é realizado nos países com serviços farmacêuticos avançados. | pt_PT |
| dc.identifier.tid | 201458446 | pt_PT |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10400.26/17569 | |
| dc.language.iso | por | pt_PT |
| dc.subject | Terapêutica anti trombótica | pt_PT |
| dc.subject | Confiança | pt_PT |
| dc.subject | Aconselhamento farmacêutico | pt_PT |
| dc.subject | Formação anticoagulante | pt_PT |
| dc.title | Avaliação das necessidades de formação dos farmacêuticos sobre terapêutica anti trombótica | pt_PT |
| dc.type | master thesis | |
| dspace.entity.type | Publication | |
| rcaap.rights | openAccess | pt_PT |
| rcaap.type | masterThesis | pt_PT |
| thesis.degree.name | Mestrado Integrado em Ciências Farmacêuticas | pt_PT |
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