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Projeto Selfie: barreiras e facilitadores para a autogestão percecionados por pessoas com fibromialgia: análise informada pelo modelo COM-B (Capability, Opportunity, Motivation – Behaviour) e pelo Theoretical Domains Framewor

dc.contributor.advisorCaeiro, Carmen
dc.contributor.advisorDuarte, Susana
dc.contributor.authorCastro, Maria Vaz de
dc.date.accessioned2026-01-12T16:18:36Z
dc.date.available2026-01-12T16:18:36Z
dc.date.issued2025-12
dc.description.abstractIntrodução: As diretrizes internacionais recomendam consistentemente intervenções que promovam a autogestão suportada da fibromialgia. Embora estas intervenções demonstrem benefícios em outcomes como dor e função a curto prazo, a manutenção destes resultados permanece um desafio, evidenciando a necessidade de estratégias que sustentem mudanças comportamentais duradouras. O programa Selfie, uma intervenção baseada em exercício e informada pelo Behaviour Change Wheel, foi desenvolvido para promover a autogestão a partir de barreiras e facilitadores identificados na literatura. Contudo, identificar estes fatores na população portuguesa é fundamental para otimizar o programa e informar futuras intervenções. Objetivo: Explorar as barreiras e facilitadores para a autogestão, percecionados por pessoas com fibromialgia que participaram previamente no programa Selfie. Metodologia: Foi realizado um estudo qualitativo com três grupos focais com 15 participantes. As sessões decorreram via Microsoft Teams, seguindo um guião semiestruturado, informado pelos modelos Capability, Opportunity, Motivation – Behaviour (COM-B) e Theoretical Domains Framework (TDF). A análise de conteúdo decorreu em duas fases: (1) indutiva para identificação de códigos preliminares; (2) dedutiva com base na classificação dos modelos COM-B e TDF. Foi realizada triangulação de investigadores e verificação pelos participantes para aumentar a credibilidade, e um registo auditável assegurou a confirmabilidade. Resultados: Foram identificadas 20 barreiras e 21 facilitadores para a autogestão da fibromialgia, distribuídos pela totalidade dos domínios dos modelos COM-B e TDF. As barreiras mais frequentes incluem a presença de sintomatologia, interferência das exigências do quotidiano, incompreensão social e falta de confiança na capacidade de adaptar as estratégias. A autorregulação emocional, adaptação contínua das estratégias, realização de atividades prazerosas e existência de uma rede de apoio social foram referidas como facilitadores. Conclusão: Os resultados deste estudo fornecem evidência para aperfeiçoar o programa Selfie e desenvolver intervenções ajustadas às necessidades desta população, contribuindo para a manutenção de comportamentos de autogestão da fibromialgia a longo prazo.por
dc.description.abstractIntroduction: International guidelines consistently recommend interventions that promote supported self-management in fibromyalgia. Although these interventions show short-term benefits in outcomes such as pain and function, sustaining these results remains a challenge, highlighting the need for strategies that support lasting behavioural change. The Selfie program, an exercise-based intervention informed by the Behaviour Change Wheel, was developed to promote self-management based on barriers and facilitators identified in the literature. However, identifying these factors in the Portuguese population is essential to optimise the program and inform future interventions. Objective: To explore barriers and facilitators to self-management, as perceived by people with fibromyalgia who previously participated in the Selfie program. Methodology: A qualitative study was conducted with three focus groups comprising 15 participants. Sessions were held via Microsoft Teams, guided by a semi-structured interview schedule informed by the Capability, Opportunity, Motivation – Behaviour (COM-B) model and the Theoretical Domains Framework (TDF). Content analysis followed a two-phase approach: (1) inductive analysis to identify preliminary codes; (2) deductive mapping based on COM-B components and TDF domains. Investigator triangulation and member checking were applied to enhance credibility, and an audit trail ensured confirmability. Results: Twenty barriers and twenty-one facilitators to fibromyalgia self-management were identified, distributed across all COM-B components and TDF domains. The most frequent barriers included symptom burden, interference from daily demands, social misunderstanding, and lack of confidence in the ability to adapt strategies. Emotional self-regulation, continuous adaptation of strategies, engaging in enjoyable activities, and having a support network were reported as facilitators. Conclusion: These findings provide evidence to refine the Selfie program and develop interventions tailored to the needs of this population, contributing to the long-term maintenance of self-management behaviors in fibromyalgia.por
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.26/60869
dc.language.isopor
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/
dc.subjectFibromialgia
dc.subjectAutogestão
dc.subjectMudança comportamental
dc.subjectBarreiras
dc.subjectFacilitadores
dc.subjectFibromyalgia
dc.subjectSelf-management
dc.subjectBehaviour change
dc.subjectBarriers
dc.subjectFacilitators
dc.titleProjeto Selfie: barreiras e facilitadores para a autogestão percecionados por pessoas com fibromialgia: análise informada pelo modelo COM-B (Capability, Opportunity, Motivation – Behaviour) e pelo Theoretical Domains Frameworpor
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
thesis.degree.grantorInstituto Politécnico de Setúbal
thesis.degree.nameMestrado em Fisioterapia em Condições Músculo-Esqueléticas

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