ESESJC - Mestrado em Enfermagem de Reabilitação - Dissertações/Relatórios/Projetos
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Percorrer ESESJC - Mestrado em Enfermagem de Reabilitação - Dissertações/Relatórios/Projetos por assunto "Autoeficácia"
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- Perceção da aufoeficácia e equilíbrio: Um estudo descritivo e correlacional em clientes da RRCCI na RAMPublication . Teixeira, Andreia Eliana; Gouveia, BrunaENQUADRAMENTO: As quedas têm um forte impacto nos indivíduos, famílias e comunidade. Estas estão associadas a uma maior morbidade, mortalidade, aumento de deficit funcional e institucionalização precoce. A reduzida perceção da autoeficácia no equilíbrio é cada vez mais correlacionada com o elevado risco de queda, constituindo, focos importantes para a Enfermagem de reabilitação (ER). OBJETIVOS: (1) Descrever as características sociodemográficas e de saúde dos clientes alvo de cuidados de Enfermagem de Reabilitação (ER) nas unidades de Redes de Cuidados Continuados Integrados (RRCCI), do SESARAM, EPERAM; (2) Descrever os níveis de equilíbrio (com estratificação do risco de queda) e os níveis de perceção da autoeficácia e (3) Analisar a correlação entre a perceção da autoeficácia e o equilíbrio. METODOLOGIA: Desenho transversal, quantitativo, descritivo e correlacional. Amostra de 34 clientes institucionalizados, 23 mulheres e 11 homens com uma média de idades de 66.65 anos. Utilizou-se um protocolo para a colheita de dados de caracterização e dois instrumentos de colheita de dados: a escala de equilíbrio de Berg (EEB) e, em relação à perceção da autoeficácia, a escala de avaliação na confiança no equilíbrio específica da atividade (ABC scale). A relação entre as duas variáveis foi investigada através da correlação de Pearson. RESULTADOS: 50% dos participantes experimentaram queda nos últimos 12 meses. 4,2% apresentaram elevado risco de queda, 62,5% risco médio e 33,3% baixo risco. O score médio bruto registado para a ABC scale foi de 523,70, traduzindo baixos níveis de perceção da autoeficácia. Entre as variáveis estudadas verificou-se uma correlação positiva e moderada, com elevados níveis de confiança associados a elevados níveis de equilíbrio, contudo, esta relação não atingiu significância estatística (r= .376, n=24, p=.070). CONCLUSÃO: Existe uma associação positiva entre as variáveis estudadas. Os resultados justificam a inclusão de intervenções específicas dirigidas a estas duas variáveis em programas de reabilitação.
