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Percorrer UNIPS - ESS - BIBLIOTECA por assunto "Abordagem Híbrida"
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- Aceitabilidade da intervenção ComVida: perspetivas dos sobreviventes de AVC, cuidadores informais e profissionais de saúdePublication . Branquinho, Inês Naito; Pereira, Inês MendesIntrodução: O Acidente Vascular Cerebral (AVC) é uma das principais causas de morte e incapacidade em Portugal e no mundo, com elevado impacto socioeconómico. O aumento do número de sobreviventes exige intervenções de autogestão, que promovam autonomia e autoeficácia. O ComVida, adaptação do modelo Bridges ao contexto português, integra recursos híbridos para apoiar sobreviventes, cuidadores informais e profissionais de saúde. Objetivos: Avaliar a aceitabilidade da intervenção ComVida, incluindo os recursos: aplicação móvel e caderno, através das perceções dos sobreviventes de AVC, cuidadores informais e profissionais de saúde. Métodos: Foi realizado um estudo qualitativo multiperspetivo de análise temática reflexiva, que incluiu a realização de três grupos focais. A amostra incluiu quinze participantes: seis sobreviventes de AVC, três cuidadores informais e seis profissionais de saúde. Os grupos focais foram realizados em formato on-line, realizada a análise temática indutiva e posteriormente transcritos e codificados em temas. Resultados: Do processo de codificação, emergiram quatro temas principais: (1) O poder das narrativas dos pares, onde as histórias incluídas no caderno foram vistas como motivadoras; (2) O Poder de Decisão, no qual os sobreviventes valorizaram a autonomia na definição de metas, associada ao aumento da autoeficácia; (3) O contexto cultural e de reabilitação, no qual emergem os fatores que influenciam os sobreviventes durante o processo de reabilitação e (4) Perspetivas sobre o suporte digital, que foi considerada útil pelos participantes, embora tenham sido identificadas algumas barreiras relacionadas com a literacia em saúde dos utilizadores. Conclusão: A intervenção Comvida demonstrou ser aceitável para sobreviventes de AVC, cuidadores informais e profissionais de saúde. Os resultados reforçam a importância de intervenções de autogestão adaptadas ao contexto português.
