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- Institucionalização e relações familiares: perceções de pessoas mais velhas e de cuidadores formaisPublication . Farinha, Cristiana Isabel Ferreira; Frias, Ana Carolina Morgado Ferreira deA população idosa representa uma grande parte da demografia do século XXI, discutindo-se cada vez mais questões inerentes à sua saúde e proteção ao longo da vida, a nível individual, comunitário e institucional. A institucionalização acarreta profundas mudanças, tanto para o idoso, como para a sua ecologia familiar. A criação de espaços institucionais onde a pessoa mais velha se posso sentir integrada, ativa e cuidada, é crucial para o seu bem-estar individual e manutenção de relações familiares num processo de adaptação resiliente. O estudo pretende analisar a perceção de pessoas mais velhas face ao processo de institucionalização e sua influência nas relações familiares, bem como a perspetiva de cuidadores formais. É de carácter exploratório descritivo e qualitativo. Participaram 8 pessoas com 65 ou mais anos institucionalizadas numa Estrutura Residencial para Pessoas Idosas da cidade de Coimbra e 4 cuidadoras formais, selecionados por conveniência. Utilizou-se uma entrevista semiestruturada aplicada às pessoas mais velhas e uma entrevista focalizada de grupo às cuidadoras. Recorreu-se à análise temática de Braun e Clarke. Os resultados apontam que as causas de institucionalização são, principalmente, o risco de quedas no domicílio e solidão. Os vínculos familiares se alteram ao longo do processo, sendo por vezes menos frequentes e mais por via telefónica. A adaptação resiliente apoia-se em mecanismos protetores como a espiritualidade e vínculos com cuidadores formais e a reconfiguração pessoal emerge entre a aceitação (por vezes resignação) e descontinuidade biográfica. As cuidadoras percebem-se como importantes na adaptação dos utentes à institucionalização, mas identificam constrangimentos no cuidar, como a sobrecarga física e emocional e a desvalorização profissional. As conclusões destacam a importância de ampliar o conhecimento das vivências das pessoas mais velhas institucionalizadas sobre a sua ecologia relacional e familiar e os processos de resiliência que a partir daí (re)constroem
- Evaluation of the Intraoperative Cardiorespiratory Effect After the Administration of Maropitant as Premedication in Canine and Feline SurgeryPublication . Morais, Gabriela Carvalho; Fontes, Sónia Alexandra de JesusMaropitant is a selective Neurokinin-1 receptor antagonist, blocking substance P to connect with its receptor. It is approved as a potent anti-emetic drug, being used in surgical premedication to prevent nausea and vomiting caused by opioids and new findings conclude its adjuvant analgesic efficacy for visceral pain. The aim of this study is to verify or reject this hypothesis through cardiorespiratory monitoring of 139 animals (dogs and cats) during surgical procedures, such as ovariohysterectomy (with or without pyometra), ovariectomy, cystotomy, splenectomy, fracture resolution and orchiectomy. Premedication and anaesthesia protocols were adjusted to every animal considering their needs and the animals were randomly divided into two groups: the group that received 1 mg/kg of Maropitant with their premedication and the control group that did not. The parameters monitored during the surgery were heart rate, respiratory rate, oxygen saturation, end-tidal carbon dioxide, blood pressure: systolic, diastolic and mean artery pressure and temperature. From the results we conclude that Maropitant improves oxygen saturation and lowers heart rate, respiratory rate and blood pressure, but no significant effect for pain management.
- A pessoa com compromisso na função motora fina: Contributo do Enfermeiro Especialista em Enfermagem de Reabilitação - Desenvolvimento de competências clínicas especializadas na área de Enfermagem de ReabilitaçãoPublication . Freitas, Magda Rafaela Carneiro; Ribeiro, OlgaO presente relatório de estágio insere-se no âmbito do Curso de Mestrado em Enfermagem de Reabilitação da Escola Superior de Enfermagem do Porto, enquadrado na unidade curricular “Estágio de Natureza Profissional com Relatório – Módulo II” e pretende evidenciar o processo de desenvolvimento das competências comuns do Enfermeiro Especialista e das competências específicas do Enfermeiro Especialista em Enfermagem de Reabilitação nos diferentes contextos de estágio. Neste sentido, este trabalho surge numa lógica de continuidade e articulação com o projeto definido anteriormente no módulo I, no qual se optou por investir no domínio da função motora fina, com o propósito de desenvolver competências especializadas para a tomada de decisão clínica de enfermagem de reabilitação nesta área de atuação. Dada a importância da realização das atividades de vida diária, torna-se crucial avaliar a função das mãos. A incapacidade para cumprir estas atividades causa dependência, alterações a nível emocional e depressão, culminando na redução da qualidade de vida da pessoa. Perante tal compromisso, surge como fundamental o contributo do Enfermeiro Especialista em Enfermagem de Reabilitação, cuja intervenção visa promover a melhoria da qualidade de vida, garantindo um nível adequado de independência e funcionalidade. Neste contexto, a preservação da função motora fina assume particular relevância. No seguimento do referido, numa primeira parte deste relatório, procede-se à descrição dos contextos de estágio. Segue-se o enquadramento teórico, no qual se aborda o processo patológico decorrente do caso selecionado e a intervenção do Enfermeiro Especialista em Enfermagem de Reabilitação, com especial ênfase ao domínio da função motora fina. Posteriormente, é apresentada a conceção de cuidados em relação ao caso clínico. Além disso, reflete-se sobre o desenvolvimento de competências comuns e especializadas ao longo da componente clínica. Por fim, o relatório culmina com uma síntese final, integrando as principais aprendizagens. A metodologia utilizada é descritiva e crítico reflexiva suportada na evidência científica, alicerçada em pesquisa bibliográfica em livros, revistas, nas bases de dados MEDLINE Complete, CINAHL Complete, SCOPUS, PubMed e nos documentos de apoio das aulas.
