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- Medidas De Controlo De Nemátodes Gastrointestinais De Ruminantes Em Creuse, Hautes-Alpes, Alpes-De-Haute-Provence E Seine-Maritime, FrançaPublication . Bouguet, Louise Catherine Hélène; Frouco, Gonçalo Daniel dos SantosA resistência d o s parasitas gastrointestinais , nomeadamente dos nemátod e s , aos antihelmínticos consti t u i hoje u ma preocupação importante na produção pecuária de ruminantes em pastoreio que pode prejudicar a sua perenidade Por i sso, é importante que as práticas de utilização destes fármacos que podem favorecer o aparecimento de resistências sejam identificas e corrigidas. Neste sentido, u m inquérito foi submetido aos produtores de ruminantes e m quatro zonas geográficas diferente s de França, nomeadamente nos departamentos Creuse, Hautes Alpes, Alpes de Haute Provence e Seine Maritime , com o intuito de avaliar as suas práticas de desparasitação . Foram obtid as 6 3 respostas no fim do período de realização do ensaio , em que 42 são produtores de bovinos, 18 de ovinos e três de caprinos . D o to tal de inquirido s 46 % admitem não ter consciência do problema de aparecimento de resistência dos parasitas gastrointestinais aos antihelmínticos , revelando assim que esta problemática de interesse ma i or na pecuária não é bastante considera da com o uma ameaça real , e demonstrando um a falta de conhecimento sobre este assunto . Revelou se que metad e dos produtores que usam antihelmínticos não mudam de fármaco entre duas administrações consecutivas de desparasitantes contribuindo para a seleção de um a população de parasitas resistente s ao produto utilizado 82,1 % declara ra m usar a ivermectina para tratar o seus animais sendo que, em certos casos, fazem uma utilização exclusiva desta molécula Em relação ao c á lculo da quantidade de fármaco a ser administrado, 5 5 3 dos produtores estimam o peso do animal com observação visual e 16 % utilizam uma quantidade correspondente à m é dia do peso dos an imais no rebanho , po dendo conduz ir a s u b dosage ns d e antihelmínticos e consequentemente à diminuição da eficácia do tratamento A ma ioria dos produtores inquiridos ( desparasitam sistematicamente pelo menos uma vez por ano todos os animais adultos incluindo animais que pot encialmente não o precisam d iminuindo assim a população parasitária em refug ia . Apenas 48,2 % dos produtores recorrem a o diagnóstico laboratorial por método s coprológico s a través de contagem de ovos por gramas de fezes e 1,8 dos produtores de bovinos ao teste de dosagem do pepsinog é nio sérico , permitindo saber se o tratamento com antihelmínticos é indispensáve l ou não . Ao nível do maneio das pastagens, 80,3 dos rebanhos do estudo são divididos em diferentes grupos de idade e 8 5,2 % realizam rotação de past o que são medidas ajudando n a diminuição da carga parasit ária dos pastos . Este estudo permitiu realçar que o problema do aparecimento de resistência s dos parasitas aos antihelmínticos ainda não est á bem ancorada na consciência dos produtores interrogados e não representa hoje uma das suas preocupações principai s. Alguns produtores, apesar de ter em noções sobre as boas pr á ticas de desparasitaç ão, enfrentam dificuldades para aplic á las dire tamente no campo e deve ser um fator que não deve ser ignorado. Esforços já foram realizados, mas não devem ser relaxados , que r que seja m da parte dos produtores bem como dos médicos veterinários par a que est a problemática não cheg ue a ser um elemento de limit ação para a p ecuária de ruminantes no futuro.
