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- Development of Learning Objects for Library and Information Sciences by Posgraduate StudentsPublication . Marques, C. G.; Carvalho, Ana Amélia AmorimThe concept of learning object has changed the way teaching materials are created, developed and distributed. This approach can contribute to an improvement in the quality of teaching/learning and data dissemination without the stakeholders needing to be technology experts. This paper aims to describe and evaluate learning objects created by students of the Digital Content, Documentation and Archiving module of the postgraduate course in Library and Information Sciences offered by the Polytechnic Institute of Tomar in 2011/2012. The paper also presents students' feedback about the training provided, the use of eXeLearning, cataloguing of the learning object, its upload to a repository and its use in a professional context. The results show that students have welcomed this technology. They have considered the training provided as appropriate and found eXeLearning easy to use, as well as the cataloguing of the learning object with metadata and its upload to a repository. Most participants considered using learning objects in their own working contexts.
- Mobile marketing: a recetividade das campanhas de mobile marketing nas relações B2CPublication . Oliveira, João Filipe Cruz; Lopes, JorgeO objetivo central da presente dissertação, passa pela investigação do Mobile Marketing, de que maneira os portugueses estão recetivos à utilização deste conceito em campanhas de comunicação com clientes, usando-o como uma tecnologia digital. Esta investigação tem como finalidade, compreender a recetividade que os formandos da entidade de Formação Profissional denominada Open Space – Formação e Soluções Empresariais, Lda., têm face às campanhas de Mobile Marketing, sendo que estas podem surgir através de email, sms, mms e/ou bluetooth, contendo vários tipos de informações acerca desta área de atuação da empresa. Tendo em consideração que os domínios da presente dissertação são o Marketing Relacional e o Marketing Digital, é importante salientar que o foco se traduz no Mobile Marketing, que incorpora a personalização/customização. Por um lado, este conceito proporciona aos clientes, a qualquer hora, informação individualizada sobre determinados produtos, serviços, ideias ou locais. Por outro lado, a Associação de Marketing Móvel define-o e estuda-o como sendo um media sem fios com capacidade integrada de entrega, ou seja, um veículo de resposta direta presente num programa de comunicação de marketing autónomo. Portanto, neste estudo existiram algumas limitações que se revelam no processo de pesquisa, mas houve a opção de escolha de uma amostra não probabilística, construída por pessoas que já tiveram contacto com a organização, residentes por todo o território português, com o uso do método quantitativo – o inquérito por questionário, recorrendo ao software estatístico Statistical Package for the Social Sciences – SPSS.
- O movimento slow food: caracterização do perfil do consumidor português - estudo exploratórioPublication . Machado, Joana Maria Queirós; Gomes, SandraToda a gente sabe que comer é fundamental para viver. Contudo há aqueles que não têm muito cuidado com o que comem, com a proveniência dos alimentos nem com o momento da refeição em si. Por outro lado, temos os “amantes da boa mesa”, que são pessoas que se preocupam com os alimentos, de onde vêm, como são criados, gostam de se sentar á mesa e, com tempo, aproveitarem todos os momentos da refeição. Apesar de muita gente nunca ter pensado nisso existe um nome para este tipo alimentação e tudo o que daí advém. Chama-se Slow Food. Carlo Petrini, foi o fundador do Movimento Slow Food, em Itália no ano de 1989 . O Slow Food veio contrariar todos os princípios do Fast Food. Segundo o manual criado pelos fundadores do Movimento, a sua missão é tornar-se uma voz activa na agricultura e na ecologia, através dos seus conhecimentos gastronómicos relacionados com a política, a agricultura e o ambiente. Este Movimento internacional visa a Defesa da Biodiversidade, Educação do Gosto e a aproximação de produtores e consumidores. Um pouco por todo mundo, o Movimento tem organizado iniciativas no sentido de divulgar os seus princípios, em países como Itália (maioritariamente) EUA, França, Alemanha, Japão, Reino Unido e Suiça. Em Portugal, só se consegue contactar com pessoas do Grupo através das redes sociais, e por aí é possível perceber que também existem pessoas associadas ao Movimento. Por isto mesmo e por haver tão pouca informação no nosso país, este trabalho vai ter como principal objectivo conhecer os portugueses que fazer parte do movimento Slow Food e qual o seu estilo de vida.