Browsing by Author "Zandee, Dick"
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- Clusters : the drivers of european defencePublication . Zandee, DickClusters: os Vetores Dinamizadores da Defesa Europeia O artigo examina o desenvolvimento destas modalidades de cooperação em três vertentes. Em primeiro à luz do impacto dos cortes orçamentais no quadro da defesa europeia até 2015. Em segundo, o desenvolvimento recente de novos formatos mais permanentes, destinadosa uma cooperação mais estruturante e de longa duração. Em terceiro, no enquadramento dado pelo aprofundamento da cooperação no domínio da defesa no plano operacional, mas também da manutenção, da logística e da aquisição de equipamentos de defesa. Examina ainda a forma como a Cooperação Estruturada Permanente pode oferecer uma oportunidade para o desenvolvimento de clusters de defesa, pese embora o empenho seletivo dos países europeus, atendendo à existência de outros formatos de cooperação multinacional. O sucesso destas iniciativas cooperativas depende consideravelmente da presença de confiança politica e solidariedade entre os Estados Membros, que permita a transformação de contributos em desempenhos concretos no plano da defesa. Conclui que os clusters especializados refletem a realidade, não se destinando à criação de um exército europeu, mas antes à construção de exércitos europeus de uma forma gradual, necessários a uma partilha mais eficaz da responsabilidade transatlântica e que reflita a intenção europeia de assumir a direção da sua segurança e defesa
- Europe's security upside downPublication . Zandee, DickA existência de uma separação entre segurança externa e interna cessou de existir. Os efeitos de propagação de conflitos e da instabilidade em áreas como o Sahel e o Médio Oriente são sentidos na Europa. No presente e no futuro o crime organizado, o terrorismo, a emigração ilegal e os ciberataques constituem uma preocupação de segurança, enquanto as ameaças militares - exceto no que respeita ao emprego de mísseis – desapareceram. Contudo, não existe uma resposta integrada a estes problemas de segurança por falta de interesse das nações e da UE. Continuam a existir estratégias, estruturas e acordos separados no plano externo (PCSD, Relações Externas e Defesa) e no plano dos atores internos de segurança (Justiça e Assuntos Internos – JAI). Uma exceção reside no desenvolvimento de capacidades, onde as comunidades civil e militar coordenam crescentemente programas, em particular no setor aéreo e espacial. Com o propósito de ultrapassar a clivagem interna-externa, a UE terá que tomar medidas práticas: elaborar uma verdadeira Estratégia de Segurança Integrada articulando o domínio da PCSD com o da JAI; desenvolvimento holístico de capacidades e emprego de capacidades civis-militares em áreas como transporte, reconhecimento e comunicações; integração de sistemas de vigilância marítima civil e militar entre outras. Sem a liderança dos EUA, a Europa terá que assumir mais responsabilidades pela sua segurança. A força militar sendo necessária passará a fazer parte de um esforço mais amplo, colaborando com atores civis dentro e fora da Europa.
