Percorrer por autor "Santos, Lury"
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- A cooperação técnico-militar portuguesa: análise aos projectos desenvolvidos no âmbito da Formação/Ensino no Exército AngolanoPublication . Santos, LuryFindo o processo de descolonização e com a consequente chegada da independência aos PALOP (Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa), em 1978 surgiram as primeiras intenções de cooperar no âmbito militar da parte das ex-províncias portuguesas. Essa situação conduziu à realização de vários encontros de trabalho entre os intervenientes do processo e conduziu ao surgimento da actual Cooperação Técnico-Militar, que será aqui estudada. O tema por nós escolhido, aborda a cooperação bilateral entre Angola e Portugal no âmbito militar, no domínio da formação e do ensino. Pretendemos com este Trabalho de Investigação Aplicada (TIA), e mantendo-nos sempre fieis às normas orientadoras definidas pela direcção de ensino da Academia Militar, estudar a Cooperação Técnico–Militar (CTM), incidindo sobre a vertente da cooperação referente aos projectos desenvolvidos em Angola e em Portugal, em prol duma melhoria qualitativa dos recursos humanos no Exército Angolano. Para tal, tivemos em linha de conta os Acordos e Programas-Quadro celebrados entre os dois países, bem como os gastos adstritos dessa relação bilateral. De um modo geral, procuramos aferir o alcance desta tipologia de cooperação, pelo estudo da formação e do ensino para o desenvolvimento do Exército Angolano. Importa ainda dizer que os vários anos de cooperação já havidos, espelham o interesse dos dois países em manter os laços históricos e culturais que os une. Com esta pesquisa, foi possível aferir algumas oportunidades e vulnerabilidades que a CTM comporta, bem como os pontos sobre os quais deve recair maior atenção da parte das entidades intervenientes no processo, visando um desenvolvimento sólido desta Cooperação. Assim, verificamos que a maior aposta da CTM deverá continuar nos projectos de formação e de ensino, empenhando-se também nos projectos referentes a Engenharia Militar. Apurámos ainda que a formação de militares angolanos em Portugal tem contribuído grandemente para a valorização da componente humana do Exército Angolano e que, as autoridades angolanas mostram-se cada vez mais interessadas em formar o seu exército. Este interesse é considerado um factor fundamental para o bom funcionamento da CTM. Apesar dos resultados positivos que a CTM tem apresentado no âmbito da formação e do ensino, ainda existe a necessidade de uma formação integrada no Exército Angolano.
- A Importância da Gestão Estratégica nas Cadeias de Abastecimento: da Arte da Guerra à Logística EmpresarialPublication . Santos, Lury; Rosado, David; Paz, CarlosA evolução dos conhecimentos militares ao longo dos séculos contribuiu para o desenvolvimento daquilo que sabemos hoje sobre as mais modernas práticas de gestão empresarial. Esses conhecimentos importados do planeamento de operações e da sustentação de tropas em campanha têm agora, no âmbito da gestão, princípios científicos e o objectivo principal de alcançar a produtividade com procedimentos eficientes e resultados eficazes, analisando a envolvente económica, tecnológica e social, com recurso às funções de planeamento, organização e controlo. Na cadeia de abastecimento, estrutura onde se desenvolvem as estratégias logísticas, os serviços logísticos avançam da simples distribuição física para cobrir uma procura crescente, concorrência à escala global, curto prazo de entrega, diversidade de produtos, entre outros factores. Baseámos a nossa investigação, principalmente, em fontes teóricas. Essas fontes ajudaram-nos a construir as entrevistas e a recolher opiniões em empresas de distribuição e logística, e nas principais unidades de logística do Exército Português. O nosso maior objectivo foi compreender o papel da gestão estratégica na cadeia de abastecimento. Como resultado da nossa pesquisa, observámos que, apesar da crise no sector dos transportes, as empresas avaliam positivamente o seu desempenho logístico e consideram a cadeia de abastecimento como sendo fundamental para tal desempenho. Essas empresas, fazendo recurso à gestão estratégica, desenvolvem as funções de planeamento, organização, implementação e controlo da cadeia de abastecimento.
