Percorrer por autor "Reis, Margarida de Oliveira Lopes Murta dos"
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- Agitação da pessoa em situação crítica submetida a ventilação não invasiva : Intervenção especializada de enfermagemPublication . Reis, Margarida de Oliveira Lopes Murta dos; Ramos, Filipe Alexandre MorgadoA elaboração do presente relatório centrado no tema “Agitação da pessoa em situação crítica submetida a ventilação não invasiva: Intervenção especializada de enfermagem”, surge no âmbito da Unidade Curricular Estágio com Relatório, inserida no ciclo de estudos do segundo semestre do segundo ano do 1º Curso de Mestrado em Enfermagem Médico-Cirúrgica na área de Enfermagem à Pessoa em Situação Crítica (EMCEPSC), da Escola Superior de Enfermagem de Lisboa no ano letivo 2023/2024. Pretende-se com o presente relatório elaborar uma análise crítico-reflexiva fundamentada em evidência científica recente, por forma a alicerçar a descrição do percurso académico e formativo, com vista à obtenção do título de Mestre em Enfermagem e de Enfermeira Especialista em EMCEPSC. A decisão de desenvolver e fundamentar a problemática escolhida para o projeto de estágio conforme o Modelo de Adaptação de Roy, teve por base a ligação que é estabelecida entre a pessoa e o ambiente. Podemos observar esta ligação em contextos como unidades de cuidados intensivos ou serviço de urgência uma vez que nestes contextos se verifica frequentemente a existência de estímulos internos e externos, que comprometem a forma como a PSC se adapta ou não a esse ambiente, fundamentando a necessidade de intervenção por parte do enfermeiro como facilitador da adaptação. A agitação na PSC permanece um tema complexo e pouco investigado no domínio da saúde. Esta complexidade resulta da diversificação de fatores que podem provocar agitação, assim como da dificuldade em determinar a sua etiologia subjacente. Intervenções como a aplicação de técnicas de relaxamento, como a musicoterapia, massagem terapêutica e a hipnose mostraram-se eficazes na redução da agitação. A capacitação da equipa de enfermagem em relação às intervenções não farmacológicas é fundamental, sendo que a formação nestes domínios pode melhorar a compreensão das abordagens disponíveis e promover a sua adequada implementação.
