Percorrer por autor "Podembski, Romain Pierre"
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- A contribuição das células estaminais do ligamento periodontal numa óptica de regeneração dos tecidos, uma revisão integrativa dos estudos in vivoPublication . Podembski, Romain Pierre; Barahona, Isabel; Pinto, Catarina Pequito Izidoro de SousaIntrodução: O início da engenharia de tecidos a partir dos anos 2000 abriu novas possibilidades no tratamento de várias doenças. Infelizmente, estas tecnologias ainda têm limitações, mas a identificação de células estaminais do ligamento periodontal, nos vários estudos desenvolvidos em engenharia tecidual mostram que é possível regenerar tecidos danificados pela periodontite. Nos últimos anos, muitos tratamentos têm sido desenvolvidos em engenharia de tecidos com o objetivo de regenerar danos teciduais causados pela periodontite. Objetivos: O objetivo final desta revisão integrativa (RI) é avaliar o potencial terapêutico e clínico das células estaminais do ligamento periodontal para tratamentos futuros da periodontite. Materiais e Métodos: Nesta revisão narrativa foram utilizadas 3 bases de dados digitais PubMed, Web of Science, Cochrane para selecionar os estudos em que foram transplantadas células estaminais do ligamento periodontal para áreas com defeitos tecidulares causados por periodontite. Utilizando a metodologia PICO sintetizaram-se os resultados de 12 artigos, 11 tratam da transplantação em animais e um da transplantação em seres humanos. Resultados: A análise de 12 estudos mostra após o transplante, uma melhoria significativa na perda de inserção, e graças à análise histológica e tomográfica uma regeneração dos três principais tecidos do periodonto, ou seja, osso, ligamento periodontal e cemento contribuindo para a restauração da inserção periodontal, sem quaisquer efeitos adversos. Conclusões: Esta revisão integrativa destaca o potencial significativo das células estaminais do ligamento periodontal para a regeneração periodontal. Os resultados atuais ainda exigem uma investigação mais aprofundada. Estudos clínicos maiores e de longo prazo são necessários para avaliar melhor a eficácia e a segurança desta abordagem regenerativa.
