Browsing by Author "Pernas, Rita Rodrigues"
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- Avaliação in vitro da microinfiltração de adesivo experimentalPublication . Pernas, Rita Rodrigues; Maurício, PauloObjetivo: O presente estudo visa, numa amostra de 20 dentes humanos, o comportamento de um adesivo em relação à microinfiltração entre o adesivo e o esmalte, comparando diferentes protocolos de aplicação e tempos de armazenamento. Materiais e Métodos: Numa amostra de 20 molares hígidos, com tecidos periodontais remanescentes, removidos por curetas Gracey (ASA Dental™), foram divididos aleatoriamente em 4 grupos de 5 dentes e conservados numa solução de timol a 4ºC. Para garantir a integridade das amostras, todas as superfícies radiculares receberam uma camada protetora de verniz. Foram selecionados 2 grupos, onde o esmalte foi condicionado com ácido poliacrílico a 20% (3M ESPE) durante 1 minuto previamente à aplicação do adesivo, os grupos 1A e 3 A. Outros 2 grupos o adesivo foi aplicado diretamente sobre o esmalte intacto, os grupos 2 e 4. Posteriormente, todos os grupos foram colocados em água destilada e armazenados numa estufa de incubação a 37ºC (Memmert INE400, Memmert, Germany), sendo retirados em diferentes alturas. Após 24 horas, os grupos 1A e 2, foram imersos em fucsina básica e, recolocados na estufa durante 24 horas. Já, os grupos 3A e 4, permaneceram em água destilada e em estufa por 30 dias antes de serem submetidos ao mesmo processo de coloração. Todos os dentes foram lavados com água para que pudessem ser removidos excessos de fucsina e secos para incorporação em resina acrílica (ClaroCit Kit™, Struers). Os dentes foram seccionados no sentido vestíbulo-lingual através de um micrótomo de tecidos duros, em cortes com espessura de 1 mm que apresentassem em simultâneo a presença de adesivo e esmalte. A análise da microinfiltração, foi realizada por observação dos cortes através de um esteromicroscópio (SMZ800N, Nikon, Japão) com ampliação de 10x, que classificou os padrões de infiltração em 3 níveis distintos. Resultados: O grupo que apresentou maior microinfiltração foi o grupo 2, contrariamente, o grupo 3A foi o que apresentou menores níveis de microinfiltração. Conclusão: A 1 mês, com condicionamento ácido prévio foram apresentados os melhores resultados. Confirmando as hipóteses alternativas e rejeitando as hipóteses nulas.
