Browsing by Author "Pacheco, Maria Neto"
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- Escolas inclusivas – intervenção dos/as enfermeiros/as de reabilitaçãoPublication . Pacheco, Maria Neto; Martins, Maria ManuelaIntrodução: As barreiras arquitetónicas assumem um papel de relevo na problemática da inclusão social, sendo consideradas um dos fatores ambientais com influência direta na vida da pessoa e tendo como resultado a incapacidade, restrição de participação e limitação da atividade a pessoas com mobilidade condicionada. Como tal, o/a Enfermeiro/a Especialista em Enfermagem de Reabilitação assume, assim, um papel preponderante na inclusão, através da execução de intervenções de enfermagem de reabilitação, que resultam em ambientes acessíveis para pessoas com mobilidade condicionada, através da proposta de eliminação das barreiras arquitetónicas ou da capacitação das pessoas para as ultrapassarem. Embora a incidência da deficiência venha a diminuir nas crianças nos últimos anos, ainda se constata a existência de muitas crianças com deficiência, o que leva a questionar até que ponto as escolas estão a cumprir a legislação em vigor no que concerne a acessibilidade. Objetivos: o estudo centra-se na descrição dos resultados da observação das acessibilidades nas escolas de um município. Metodologia: Paradigma quantitativo de natureza descritiva, transversal, exploratório. O universo é constituído por Jardins de Infância, Escolas Básicas de Primeiro Ciclo, Escolas Básicas de Primeiro Ciclo e Jardim de Infância, Centros Escolares, Escolas Básicas de Primeiro e Segundo Ciclos, Escolas Básicas de Primeiro, Segundo e Terceiro Ciclos, Escolas Básicas de Segundo e Terceiro Ciclos e Escolas Secundárias - distribuídas por um Município do Norte de Portugal - sendo no total setenta e duas escolas, no entanto, como algumas escolas possuem mais que um edifício a amostra corresponde a cento e treze edifícios. O instrumento de colheita de dados é uma grelha de observação das condições de acessibilidade construída a partir da legislação em vigor. Resultados: O tratamento de dados fez-se com recurso a estatística descritiva simples e estatística inferencial. A amostra é representada por 69% dos edifícios que correspondem ao Primeiro Ciclo e Jardim de Infância, 23,9% a Escolas de Primeiro, Segundo e Terceiro Ciclos e, por último, 7,1% a Escolas Secundárias. Apenas 31% dos edifícios apresentam percursos acessíveis até às portas de entrada, 67,3% do edificado escolar apresenta corredores com largura igual ou superior a 1,8m e 47,2% dos edifícios com mais de 1 piso possuem uma sala de cada tipo acessível. Há relação de associação das condições de acessibilidade com a categorização dos edifícios por tipologia de ciclos educativos. Conclusão: O/A Enfermeiro/a de Reabilitação tem conhecimentos para identificar barreiras arquitetónicas, para emitir pareceres em comissões técnicas de acessibilidades de forma a contribuir para escolas inclusivas e para fornecer informação aos pais/cuidadores(as) das crianças com mobilidade reduzida para fazerem face à dificuldade provocada pelas barreiras arquitetónicas.
- Physical Exercise Program on Fall Prevention Using Technological Interface: Pretest StudyPublication . Nilza Caldevilla, Maria; Silva, Joana; Nogueira, Isabel; Pacheco, Maria Neto; Lopes, Joana; Araújo, F.Background: Prevention of falls among older adults has boosted the development of technological solutions, requiring testing in clinical contexts and robust studies that need prior validation of procedures and data collection tools. Objective: The objectives of our study were to test the data collection procedure, train the team, and test the usability of the FallSensing Games app by older adults in a community setting. Methods: This study was conducted as a pretest of a future pilot study. Older adults were recruited in a day care center, and several tests were applied. Physical exercise sessions were held using the interactive FallSensing Games app. Nurse training strategies was completed. Results: A total of 11 older adults participated. The mean age was 75.08 (SD 3.80) years, mostly female (10/11, 91%) and with low (3-6 years) schooling (10/11, 91%). Clinically, the results show a group of older adults with comorbidities. Cognitive evaluation of the participants through the Mini Mental State Examination showed results with an average score of 25.64 (SD 3.5). Functional capacity assessed using the Lawton Instrumental Activities of Daily Living Scale (overall score from 0-23, with lower scores reflecting worse capacity to perform activities) showed impairment in different instrumental activities of daily living (average score 14.27). The data collection tool proved to enable easy interpretation; however, its structure needed small adjustments to facilitate the data collection process. Despite the length of the questionnaire, its implementation took an average of 21 minutes. For the assessment of the prevalence of fear of falling, the need to add a question was identified. The performance of functional tests under the guidance and presence of rehabilitation nurses ensured the safety of the participants. The interactive games were well accepted by the participants, and the physical exercises allowed data collection on the functionality of the older adults, such as the number of repetitions in the tests, range of movement (angle), duration of the movements, and execution of each cycle. Concerning the training of the nurses, it was crucial that they had experience with the platform, specifically the position of the chair facing the platform, the position of the feet, the posture of participants, and the use of sensors. Conclusions: In the future pilot study, the researchers point out the need to design a study with mixed methods (quantitative and qualitative), thus enriching the study results.
