Browsing by Author "Mendes, Daniel"
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- Anatomy Studio: A tool for virtual dissection through augmented 3D reconstructionPublication . Zorzal, Ezequiel R.; Sousa, Maurício; Mendes, Daniel; Anjos, Rafael Kuffner dos; Medeiros, Daniel; Paulo, Soraia Figueiredo; Rodrigues, Pedro; Mendes, José João; Delmas, Vincent; Uhl, Jean-François; Mogorrón, José; Jorge, Joaquim Armando; Lopes, Daniel Simões"3D reconstruction from anatomical slices allows anatomists to create three dimensional depictions of real structures by tracing organs from sequences of cryosections. However, conventional user interfaces rely on single-user experiences and mouse-based input to create content for education or training purposes. In this work, we present Anatomy Studio, a collaborative Mixed Reality tool for virtual dissection that combines tablets with styli and see-through head-mounted displays to assist anatomists by easing manual tracing and exploring cryosection images. We contribute novel interaction techniques intended to promote spatial understanding and expedite manual segmentation. By using mid-air interactions and interactive surfaces, anatomists can easily access any cryosection and edit contours, while following other user’s contributions. A user study including experienced anatomists and medical professionals, conducted in real working sessions, demonstrates that Anatomy Studio is appropriate and useful for 3D reconstruction. Results indicate that Anatomy Studio encourages closely-coupled collaborations and group discussion, to achieve deeper insights."
- Outflow Rescue of Elbow-Blockade Forearm Arteriovenous Fistulas: Outcomes of Open Surgical TechniquesPublication . Mendes, Daniel; Almeida, Paulo; Sousa, Clemente Neves; Loureiro, Luís; Teixeira, Sérgio; Rego, Duarte; Norton-de-Matos, AntónioBackground Venous scarring at the elbow is a common problem that can cause early and late forearm arteriovenous fistula (AVF) dysfunction in hemodialysis patients. However, any effort to prolong the long-term patency of distal vascular accesses could benefit the patient's survival, maximizing the use of restricted venous patrimony. This study aims to report a single-center experience in the recovery of distal autologous AVF with venous outflow obstruction at the elbow using different surgical techniques. Methods Retrospective observational study of all patients treated at a single vascular access center from January 2011 to March 2022, with dysfunctional forearm AVFs presenting with outflow stenosis or occlusions at the elbow treated by open surgery, using 3 different surgical techniques. Demographics and clinically relevant data were collected. Evaluated endpoints included primary, assisted primary, and secondary patency rates at 1 and 2 years. Results Twenty-three patients with elbow-blocked outflow forearm AVFs have been treated with a mean age of 64 ± 15 years. The majority (96%) had a radiocephalic fistula. The median time from vascular access creation to intervention was 34.5 months (12–216 months). A total of 24 procedures have been performed using 3 different surgical techniques for bypassing the obstructed venous outflow at the elbow. Technical success was achieved in 96% of the surgically treated patients. Primary and secondary patency rates at 1 year were 67.4% and 89.4%, respectively, and 52.9% and 82.0% at 2 years, with a median follow-up of 19 months (6–92 months). Conclusions AVFs outflow stenosis or occlusions at the elbow not amenable to endovascular therapy could lead to vascular access abandonment. Our study demonstrates multiple surgical solutions to avoid this adverse outcome. Elbow venous outflow surgical reconstruction seems effective for distal vascular access preservation. Close surveillance is essential for timely endovascular treatment of newly developed stenosis at the venous drainage.
- Ruptured arteriovenous fistula pseudoaneurysm treatment by balloon‐assisted direct percutaneous thrombin injectionPublication . Loureiro, Luís; Mendes, Daniel; Sousa, Clemente Neves; Almeida, Paulo; Norton de Matos, António; Teles, Paulo; Rego, Duarte; Teixeira, Gabriela; Teixeira, Sérgio; Antunes, Inês; Costa, Luísa Lemos
- Sinistralidade Rodoviária: estudo do perfil dos atropelamentos na cidade de BragaPublication . Mendes, Daniel; Lopes, CarlosA sinistralidade rodoviária é um flagelo global, que causa milhares de feridos e mortos todos os anos. Segundo o Relatório Mundial da Segurança Rodoviária 2015, da Organização Mundial de Saúde (OMS), “o número de mortes por lesões no trânsito – 1,25 milhão em 2013 – estabilizou desde 2007, apesar do aumento mundial da população e da motorização. Refere o mesmo relatório que os acidentes rodoviários são uma das principais causas de morte entre os jovens, e a principal causa de morte nos jovens entre os 15-29 anos. Também, os atropelamentos registados, apresentam valores muito elevados. Segundo o referido relatório da OMS, “metade de todas as mortes no trânsito de todo o mundo ocorrem entre as pessoas menos protegidas – motociclistas (23%), peões (22%) e ciclistas (4%)”. De acordo com o Relatório da ANSR relativo ao ano de 2016, Portugal tem registado um aumento no número de vítimas por acidentes rodoviários desde 2012, com 29 867 vítimas neste ano e 32 299 em 2016. São múltiplas as causas que estão na origem dos acidentes e, em particular dos atropelamentos, desde o excesso de velocidade, a condução sob a influência do álcool, a utilização de aparelhos móveis na condução, falhas dos sistemas de segurança dos veículos e a desatenção, entre outras causas. O presente estudo, foi feito com base nos dados dos atropelamentos ocorridos na cidade de Braga e área de intervenção da PSP, nos anos de 2014 a 2016 e analisados quantitativamente, visando a caraterização da sinistralidade, com o objetivo de determinar os valores da dimensão dos atropelamentos e sua gravidade, bem como definir a caraterística dos condutores, dos peões e da via, visando contribuir para a prevenção dos atropelamentos, com a intervenção do município de Braga e através de diferentes ações policiais, (desde o policiamento de visibilidade à fiscalização), especialmente orientadas para os locais onde os mesmos mais se verificaram. Como resultado desta investigação verificámos que os peões são vítimas em 100% das ocorrências, sendo os condutores em 2,4%. As mulheres foram vítimas em 60% dos atropelamentos e os homens em 40%, tendo sido nas passagens assinaladas para a travessia de peões que se verificaram mais ocorrências. No grupo dos condutores, os homens foram mais intervenientes nos acidentes do que as mulheres. Foi nas vias com maior fluxo de trânsito que se verificaram mais acidentes.
