Browsing by Author "Marques, Daniela"
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- Pressões respiratórias máximas e índice de massa corporal em indivíduos com doença pulmonar obstrutiva crónica: que relação?Publication . Ferraz da Rosa, Tiago; Marques, Daniela; Raposo, Liliana Bárbara Perestrelo de Andrade eIntrodução: A DPOC envolve, além de uma limitação ao débito aéreo, alterações de peso e da atividade dos músculos respiratórios. A realização de pressões máximas respiratórias (PMR) tem evidenciado alterações nos seus valores, quer em indivíduos com peso normal, quer em indivíduos com excesso de peso/obesidade. Objetivos: 1) caracterizar as PMR em indivíduos com DPOC de acordo com as classes de índice de massa corporal (IMC), 2) identificar as diferenças nas PMR de acordo com o grau de gravidade de obstrução das vias aéreas e com a presença/ausência de hiperinsuflação pulmonar, 3) determinar a associação entre o IMC, o FEV1%Pred, o RV %pred e as PMR e 4) caracterizar o grau de gravidade da obstrução das vias aéreas e a presença/ausência de hiperinsuflação pulmonar de acordo com as classes de IMC. Metodologia: Setenta e três indivíduos com diagnóstico de DPOC realizaram espirometria, pletismografia corporal total e determinação das PMR. Analisou-se a presença de associações entre o IMC, as PMR e FEV1%Pred. Resultados: Observaram-se associações entre o FEV1%Pred e a PImáx %pred (r=0,322; p=0,005), entre o FEV1 a PImáx (KPa) (0,238; p=0,042) e entre o RV (%) e a PImáx %pred (r=-0,234; p=0,046). O grupo com peso normal apresentou uma maior percentagem de indivíduos com critério de hiperinsuflação pulmonar, relativamente ao excesso de peso/obesidade (48,1% e 39,1%, respetivamente). Conclusão: A evidência de correlação entre as PMR, o IMC e o FEV1%Pred indicam que o estudo da função muscular respiratória deve assumir um papel ativo na caracterização de indivíduos com DPOC.
- Ultrasound as a method for early diagnosis of breast pathologyPublication . Santos, Rute; Ribeiro, Ana Raquel; Marques, DanielaIntroduction: Ultrasound is a non-invasive, low-cost technique that does not use ionising radiation and provides a “real-time” image, and for these reasons, this method is ideal in several situations. Purpose: To demonstrate breast ultrasound evaluation as a first-line diagnostic method and to evaluate the variation of breast characteristics with age. Material and Methods: A total of 105 women with a mean age of 30 years participated and were divided into three age groups: 18–39, 40–59, and 60–79 years, excluding participants subject to mastectomy. After completing the informed consent, all participants answered personal and sociodemographic questions, such as personal and family history, menstrual cycle, pregnancy, ultrasound, and mammography, among others. They were then submitted to a bilateral breast ultrasound examination. Subsequently, all the images and their data were analysed, and a technical report of the examination was given to all the participants. Results: A total of 105 women with a mean age of 30 years participated, 58 of whom underwent the examination for the first time. In 31, changes (of which only 7 were known) were diagnosed. It was verified that, according to age group, the density of the breast stroma varied; older women have less breast density. Conclusions: Ultrasound is a good method for breast evaluation and can be considered important for the early evaluation of breast pathology and follow-up of the pathology.
