Percorrer por autor "Jesus, Helder Fialho"
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- Cibersegurança e ciberdefesa em tempos de pandemiaPublication . Carreiras, Helena; Barrinha, André; Marques, António Gameiro; Santos, Lino; Santos, Daniela; Jesus, Helder Fialho; Barbas, João; Confraria, João; Gouveia, Luís Borges; Nunes, Paulo Fernando Viegas; Santos, Sofia José; Geraldes, Sofia MartinsNeste IDN brief convidamos diversos especialistas a identificarem os impactos da pandemia nas áreas da cibersegurança e ciberdefesa. Os seus contributos são convergentes e complementares na identificação desses impactos e tocam uma ampla variedade de tópicos: as mudanças nos planos da organização social e profissional, a cibercriminalidade e as suas novas faces, a desinformação, os desafios da capacitação e da literacia digital, a necessária, mas difícil, cooperação internacional, a urgência da aposta na ciber-resiliência. E deixam-nos questões críticas: como poderemos combinar medidas privadas e públicas? De que forma essa articulação implica um novo conceito de segurança pública e segurança nacional? Conseguiremos equilibrar benefícios e custos da transição digital? Fazer coexistir conexão e privacidade? Estaremos preparados para assumir os custos de desenvolver ciber-resiliência?
- CyberdiplomacyPublication . Lanceiro, Rui Tavares; Barrinha, André; Jesus, Helder Fialho; Barbas, João Assis
- NATO – Uma Aliança ResilientePublication . Mota, Sarah da; Jesus, Helder Fialho; Neumann, Isabella; Branco, Inês Aguiar; Eugénio, AntónioA Revolução Tecnológica na NATO do Século XXI: as Novas Fronteiras do Espaço e da Mente No contexto da atual revolução tecnológica, este artigo aborda especificamente o Espaço e a Mente como dois domínios estratégicos e áreas de operação fundamentais que se desenvolveram no seio da NATO, sobretudo, nos últimos 15 anos. Embora a manutenção de uma vantagem científica e tecnológica tenha sempre feito parte da estratégia da NATO para se manter relevante e bem-sucedida, defendemos neste artigo que as dimensões do Espaço e da Mente sugerem um contraste acentuado entre uma dimensão material e uma dimensão imaterial, cuja interação está no centro do smart power da NATO, que é emblemático do desenvolvimento e da prática do poder do século XXI. Assim, as relações com os seus concorrentes são renovadas de uma forma essencialmente desmaterializada e discursivamente conflituosa, tornando cada vez mais obsoleto o uso da força física convencional, ao mesmo tempo que nos recorda o que é ou deve ser a subjetividade do Atlântico Norte.
