Browsing by Author "Freire, Miguel"
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- Comandar em África, 1914-1918 : uma abordagem metodológicaPublication . Freire, MiguelO artigo apresenta de forma sucinta o projeto “Uma forma portuguesa de comando e liderança militar na Grande Guerra – África”, financiado pelo Centro de Investigação da Academia Militar (CINAMIL). Assim, faz-se uma breve referência ao objetivo do projeto e à equipa de investigadores e de seguida, numa forma mais detalhada, aborda o debate metodológico do Grupo de Investigadores.
- Conflitos armadosPublication . Arena, Maria do Céu Pinto; Freire, Miguel; Pereira, Maria de Assunção do Vale; Garrido, Rui; Nunes, Afonso Seixas; Cruz, Marco; Fernandes, Sandra; Freitas, Pedro Miguel; Rodríguez-Villasante y Prieto, José Luis; Urbina, Julio JorgeO Estado Islâmico do Iraque e al-Sham (ISIS), conhecido como Estado Islâmico/Daesh, suplantou a Al-Qaeda como a ameaça jihadista mais premente. A ideologia, retórica e objetivos a longo prazo do ISIS são semelhantes e os dois grupos já foram formalmente aliados. Os dois competem, tanto pela liderança, como pela essência do movimento jihadista global. As duas organizações diferem fundamentalmente sobre quem veem como seu principal inimigo e sobre várias questões doutrinárias e estratégicas. O estudo demonstra como a Al-Qaeda e o ISIS têm recorrido cada vez mais a estratégias mistas e “glocais”, combinando a ênfase em conflitos locais e uma atuação cada vez mais global, apesar das divergências e rivalidade que separam estes grupos. A associação entre grupos jihadistas conduziu a uma maior flexibilização e ambiguidade dos objetivos políticos e das suas prioridades estratégicas. A transformação da Al-Qaeda após a destruição da sua base afegã contribuiu para a sua “hibridização” na forma de grupos locais “glocalizados”, combinando objetivos locais e globais. Esta cooperação permitiu conciliar a natureza cada vez mais desterritorializada do jihadismo global com estruturas organizacionais ligadas a territórios específicos.
- COVID-19 – que impacto nas Forças Armadas?Publication . Carreiras, Helena; King, Anthony; Boëne, Bernard; Branco, Carlos; Gooch, Stephen; Howe, Deborah; Castro, João Jácome de; Soeters, Joseph; Heinecken, Lindy; Freire, Miguel; Pires, Nuno Lemos; Cruz, PauloComo têm respondido as Forças Armadas à emergência COVID-19? Que impactos tem esta crise na organização e nas missões militares? Em que medida afetará os recursos que lhes são alocados, ou o peso relativo de diferentes serviços ou áreas internamente? Que lições para a articulação com outras forças de segurança e organizações civis? Estas são algumas das questões que colocámos aos especialistas convidados neste IDN Brief. Para além de participantes nacionais desafiámos também analistas de França, Reino Unido, Holanda, Canadá e África do Sul que nos trazem reflexões a partir da experiência dos seus países. Os desafios que enfrentamos exigem cada vez mais partilha de informação, aprendizagem cruzada e respostas cooperativas.
- O modus operandi de segurança e defesa de um pequeno estado euro-atlânticoPublication . Freire, MiguelA investigação teve por objectivo analisar a implementação da política de segurança e defesa de Portugal, enquanto Estado com interesses próprios e membro da NATO e da UE. O estudo de caso reportou-se ao processo político que envolveu a participação de tropas portuguesas no Kosovo, com início em 1999, e em Timor, em 2000, e o consequente reajuste a estes empenhamentos, durante 2001. A identidade euro-atlântica de Portugal, marcada pela relação histórica e afectiva a Timor esteve presente no interesse nacional e, no caso particular em estudo, prevaleceu nas opções tomadas. Com este estudo identificou-se o que poderão ser tendências de pequenos Estados na implementação de estratégias de segurança e defesa, de forma a conciliar os seus compromissos internacionais e os seus interesses individuais. Em primeiro, o primado do interesse próprio, ou seja, na prossecução do interesse nacional, os pequenos Estados não são diferentes das grandes potências. Em segundo lugar, nas alianças pode ocorrer alternância entre estratégias de coesão e de oportunismo; e finalmente, o compromisso através de um empenhamento operacional liberto de caveats, apostando em contribuições qualitativas em vez de quantitativas
- Um olhar actual sobre a "transformação" do Conde de LippePublication . Freire, MiguelO presente artigo tem por objectivo responder à questão central: numa perspectiva actual, quais os ensinamentos que se poderão tirar da reorganização conduzida pelo Conde Schaumburg- -Lippe durante o período de 1762 a 1777? A resposta à questão central coloca-se, naturalmente, nos aspectos identificados como responsáveis pelo insucesso da transformação. Assim, os ensinamentos que se podem tirar são: – A transformação das forças armadas só poderá ser levada a efeito com sucesso sob um alto patrocínio do poder político. Este tem de compreender a necessidade de mudança, disponibilizar recursos e acima de tudo acompanhar o processo, salvaguardando as necessárias condições estruturais das forças armadas facilitadoras para a transformação; – A transformação das forças armadas tem de ser sentida e levada a cabo por toda a hierarquia da organização nomeadamente na sua estrutura superior. Desta deve esperar-se não só a capacidade de percepção das fontes para a mudança, a concepção da sua operacionalização com a consequente implementação em todas as componentes, mas, principalmente, a capacidade de liderar e motivar a hierarquia para esse empreendimento.
- Políticas de segurança e defesa dos pequenos e médios estados europeusPublication . Seminário Internacional "Políticas de Segurança e Defesa dos Pequenos e Médios Estados Europeus"; Nunes, Isabel Ferreira; Freire, Miguel; Monjardino, Miguel; Gaspar, Carlos; Wijk, Rob de; Larsen, Henrik; Tonra, Ben; Kopf, Sonja; Aggestam, LisbethSeminário internacional aberto ao público, realizado no dia 23 de Novembro de 2007, no Instituto da Defesa Nacional, organizado em parceria com a Representação da Comissão Europeia em Portugal. O 1º Painel incluiu a sessão de abertura, onde foram intervenientes Anibal Ferreira da Silva, director do Instituto da Defesa Nacional; Manuel Romano, representante da Comissão Europeia em Portugal; Isabel Ferreira Nunes, sub-directora do Instituto da Defesa Nacional; Miguel Freire, investigador associado do Instituto da Defesa Nacional; moderador Pedro Aires Oliveira. O 2º Painel incluiu intervenções de Miguel Monjardino, Universidade Católica Portuguesa, Lisboa; Carlos Gaspar, Instituto de Relações Internacionais; moderador José Loureiro dos Santos. O 3º Painel incluiu intervenções Rob de Wijk, Centro de Estudos de Haia; Henrik Larsen, Universidade de Copenhaga; moderadora Isabel Ferreira Nunes. O 4º Painel incluiu intervenções de Sonja Kopf e Ben Tonra, Instituto Europeu de Dublin; Lisbeth Aggestam, Centre of International Studies, Universidade de Cambridge; moderadora Isabel Ferreira Nunes.
