Percorrer por autor "Fortkamp, Caroline Pereira"
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- Inteligência Emocional: diferenças entre as Ciências Naturais e Ciências SociaisPublication . Fortkamp, Caroline Pereira; Lourenço, LuísA competitividade do mercado globalizado da atualidade obriga as empresas a inovarem constantemente. O fato de a inteligência humana se apresentar como principal fonte de inovação, faz com que o capital humano seja o principal ativo das empresas. Por esta razão, as empresas dão cada vez mais valor às experiências pessoais, à forma como lidamos com os nossos colegas e à capacidade de trabalhar em equipa do que às nossas competências puramente cognitivas. A Inteligência Emocional mostra-nos uma nova forma de sagacidade. Como veremos, apenas o nosso QI já não é suficiente para nos conduzir ao sucesso. É também necessário ser socialmente inteligente, saber como lidar com os colegas e chefia diariamente e como gerir o stress diário para nos mantermos motivados. Tendo em vista a importância da IE para o sucesso, iremos tentar perceber 1) qual é a perceção que os professores possuem sobre a Inteligência Emocional? Existe alguma diferença entre os professores das duas áreas científicas? 2) Será correto afirmar que os alunos de ciências socias têm sempre a sua Inteligência Emocional mais desenvolvida do que os alunos de ciências naturais? E por fim, 3) qual é a influência que os professores do ensino superior podem exercer no desenvolvimento da IE dos alunos. Para tal, analisámos referências bibliográficas e realizámos entrevistas a professores universitários da Universidade Europeia de modo a comparar os dados bibliográficos com dados empíricos. Os resultados obtidos mostraram que, apesar de alguns estudos mostrarem alguma correlação entre o desenvolvimento da IE com a área científica, não é correto apontar para a área científica que escolhemos como causa ou justificação para um maior ou menor desenvolvimento da IE de cada um. Todos nós temos diferentes personalidades e diferentes experiências de vida que também contribuem, tantas e tantas vezes de uma forma decisiva, para a forma como lidamos connosco e com os outros
