Browsing by Author "Felli, Vanda"
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- INT-SO: Dos contextos de trabalho à saúde ocupacional dos profissionais de enfermagem, um estudo comparativo entre Portugal, Brasil e Espanha: um percurso.Publication . Borges, Elisabete; Abreu, Margarida; Queirós, Cristina; Mosteiro, Pilar; Felli, Vanda; Baptista, Patrícia; Teixeira, Antónia; Maio, Tércio; Silva, Márcio; Vieira, Maria Rosário
- Presenteeism in nurses: comparative study of Spanish, Portuguese and Brazilian nursesPublication . Mosteiro‐Díaz, Maria‐Pilar; Baldonedo‐Mosteiro, María; Borges, Elisabete; Baptista, Patricia; Queirós, Cristina; Sánchez‐Zaballos, Marta; Felli, Vanda; Abreu, Margarida; Silva, Fábio; Franco‐Correia, SaraAim:To compare presenteeism levels among three samples of nurses and to identify the relationship between presenteeism andsociodemographic and professional characteristics.Background:Presenteeism (going to work ill) is a phenomenon studied from different perspectives, and it has become especially important duringthe current COVID-19 outbreak; its connection to high healthcare costs, patient safety breaches and negative nurse well-being has been proved.Introduction:The nursing profession is particularly associated with caring for the culture of teamwork, loyalty to colleagues and professionalidentity. This condition enhances the ‘super nurse phenomenon’, even though nurses do not feel physically and psychologically able to work.Methods:A multicentre, cross-sectional study was conducted in three different country contexts: Oviedo (Spain), Porto (Portugal) andS~ao Paulo (Brazil). Nurses performing functions in hospitals and primary health care were enrolled. Informed consent and datacollection questionnaires were hand delivered. The Stanford Presenteeism Scale-6 was applied.Results:A total of 659 nurses participated. Portuguese nurses showed greater prevalence of presenteeism, followed by Brazilian andSpanish nurses. Younger nurses with less professional experience presented lower levels of presenteeism but greater psychologicalcommitment. Male participants showed lower capacity to complete work when ill than female participants.Conclusions:Age and length of professional experience proved to be significant predictors of total presenteeism, although onlyprofessional experience revealed statistical significance in the adjusted model.Implications for Nursing and Health Policy:The knowledge of this phenomenon among nurses highlights the need for thedevelopment of strategies in the curriculum of nursing students and organizations. Resilience and ergonomic training should be appliedin the training programmes of the students and reinforced by the health centre managers. It is essential that healthcare systems design worksite wellness programmes that pursue greater physical and mental well-being for healthcare professionals.
- Relação entre resiliência e burnout: promoção da saúde mental e ocupacional dos enfermeirosPublication . Silva, Silmar Maria da; Borges, Elisabete; Abreu, Margarida; Queirós, Cristina; Baptista, Patricia; Felli, VandaINTRODUÇÃO: Os enfermeiros exercem a sua atividade num ambiente de trabalho fértil em fatores que favorecem o aumento dos níveis de stresse no trabalho. Estes afetam o trabalhador e as organizações, podendo a resiliência ser um fator protetor. OBJETIVO: Conhecer os níveis de Resiliência e Burnout de enfermeiros, sua variação em função de caracteristicas sociodemográ!cas e pro!ssionais e a relação entre ambos, no sentido de verificar se a Resiliência pode ajudar na promoção da saúde mental e ocupacional dos enfermeiros. METODOLOGIA: Questionário de Caracterização Sociodemográ!ca e Pro!ssional, Escala de Resiliência e Maslach Burnout Inventory (HSS). Participaram de forma anónima e voluntária 200 enfermeiros de hospitais públicos da área metropolitana do Porto, sendo 70% do sexo feminino, com idades entre 25 e 57 anos (M=33,8 anos), 43% casados ou em união de facto, 36% com !lhos, 82% com licenciatura, 76% com vinculo de!nitivo, 80% trabalha em turno rotativo, média 10,6 anos de experiência na pro!ssão e média de 6,6 anos de tempo na instituição. RESULTADOS: Encontraram-se niveis de moderada exaustão emocional, baixos valores de despersonalização e elevados valores de realização pessoal e de Resiliência. Existem correlações negativas entre exaustão emocional e resiliência, e correlações positivas entre realização pessoal e resiliência. A análise comparativa evidenciou o turno com diferenças signi!cativas na despersonalização, tendo valores mais elevados nos trabalhadores de turno rotativo. A resiliencia explica negativamente 8% da exaustão emocional e positivamente 26% da realização pessoal, surgindo apenas 5% da amostra com Burnout elevado e 12% com resiliência reduzida. CONCLUSÃO: A resiliência pode ajudar a reduzir a vulnerabilidade dos enfermeiros ao Burnout, pois elevada resiliência está relacionada com menos stresse, protegendo do Burnout.Os resultados alertam para a prevenção do Burnout, nomeadamente no que se refere aos turnos, pois estes comprometem o comportamento resiliente e aumentam a vulnerabilidade ao Burnout.
