Percorrer por autor "Coelho, Diogo"
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- Importância de um bom marketing relacional para o sucesso de uma empresaPublication . Coelho, Diogo; Mocetão, CristinaO presente relatório incide sobre o papel que as estratégias de marketing relacional desempenham no sucesso de uma empresa, tanto a nível interno com a relação entre colaboradores e empresa, trabalhando e estimulando a sua motivação, como a nível externo na criação de uma relação sólida e duradoura com clientes e parceiros. São apresentados os seguintes objetivos: avaliar a eficácia das estratégias de marketing relacional na construção e gestão de relacionamentos com parceiros de negócios, analisar a influência do marketing relacional na dinâmica de parcerias e na canalização eficaz de negócios e entender a integração do marketing relacional nas estratégias de marketing interno. Após realizada uma análise interna da empresa de acolhimento, foi elaborada uma análise qualitativa de dados retirados de entrevistas realizadas junto de colaboradores, do Chief Executive Officer e de parceiros da empresa. Os dados recolhidos permitiram entender que o marketing relacional possui um papel fulcral nas atividades diárias de uma empresa. Contribui para a motivação e qualificação dos seus colaboradores, tornando-os numa peça chave para aumentar o volume de negócios. Promove a criação de uma cultura organizacional orientada para o cliente e para a construção de relações duradouras com os mesmos, estimulando a sua fidelização. Por último, permite à empresa criar e manter relações com parceiros, que entregam conhecimento, mão-de-obra qualificada e oportunidades de negócio. O estudo consiste num relatório de estágio numa empresa, e através da informação concluída é possível otimizar as relações com parceiros e criar um ambiente organizacional focado nas relações externas e internas.
- A Reorganização do Sistema Financeiro no Exército : Vicissitudes, Limitações e OportunidadesPublication . Coelho, DiogoO presente Trabalho de Investigação Aplicada está subordinado ao tema “A Reorganização do Sistema Financeiro no Exército: Vicissitudes, Limitações Oportunidades”. Desta feita, esta investigação tem como objetivo geral avaliar o impacto da Reorganização do Sistema Financeiro no Exército. O Exército Português é uma organização pertencente à Administração Direta do Estado, que está na direta dependência hierárquica do Governo. Por conseguinte, o Exército apresenta uma área financeira composta por dois níveis: o macro, órgão máximo no qual está presente a Direção de Finanças e o micro, as Unidades/Estabelecimentos/Órgãos, onde estão presentes as Secções Logísticas nas quais se enquadrada a Subsecção Financeira. Esta investigação tem como objetivo confirmar ou infirmar as hipóteses de investigação definidas com o intuito de responder à questão central. Deste modo, a metodologia seguida nesta dissertação foi a definida por MarieFabienne Fortin, sendo definidas as etapas de investigação seguidas ao longo do Trabalho de Investigação Aplicada, de acordo com o mesmo autor. A presente investigação está estruturada em duas grandes partes: Parte Teórica e Parte Prática, totalizando seis capítulos. O primeiro capítulo corresponde à Apresentação do Trabalho de Investigação. A Parte Teórica engloba dois capítulos, nomeadamente, a Administração Pública e a Estrutura Financeira do Exército. Relativamente, à Parte Prática esta engloba três capítulos: Trabalho de Campo e Metodologia de Investigação, Apresentação, Análise e Discussão dos Resultados e o sexto capítulo, Conclusões e Recomendações. Com esta investigação conclui-se que os grandes catalisadores da Reorganização do Sistema Financeiro no Exército foram a Tesouraria Única e o Sistema Integrado de Gestão/Ministério da Defesa Nacional. Desde a implementação do Sistema Integrado de Gestão/Ministério da Defesa Nacional, em 2006, que tem ocorrido mudanças significativas em termos financeiros no Exército que espoletaram para as mudanças que ocorreram até hoje. Por conseguinte, foi a Tesouraria Única que levou a que toda a estrutura financeira no Exército alterasse, nomeadamente com a centralização de pagamentos e da receita, embora esta última ainda não se encontre implementada na sua plenitude. Este momento foi o ponto-chave para a extinção do nível intermédio financeiro, o Centro de Finanças, e esvaziamento de competências financeiras nas Unidades/Estabelecimentos/Órgãos. Consequentemente, a maioria dos assuntos financeiros foram concentrados na Direção de Finanças. Por fim, salientamos que, hoje em dia, cada vez mais o papel do adjunto financeiro é mais limitado e a estrutura financeira nas Unidades/Estabelecimentos/Órgãos têm de ser ajustadas face às necessidades de cada uma delas.
