Browsing by Author "Carvalho, M."
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- Capsaicin for post-surgical neuropathic peripheral pain – calculation of allodynia areaPublication . Ferreira, D.; Carvalho, M.; Correia, M.; Reis, A.; Costa, G.; Lopes, B. C.
- Dental caries incidence in a sample of endurance sports athletesPublication . Carvalho, M.; Júdice, André; Manso, Cristina; Rozan, Cecilia; Vicente, Filipa; Familia, Carlos; Salema-Oom, Madalena; Mendes, José João; Godinho, Catarina
- O Enfermeiro na Redução de Riscos e Minimização de Danos: A Percepção do ToxicodependentePublication . Carvalho, M.; Ferreira, Teresa de Jesus Rodrigues; Borges, ElisabeteO artigo incide sobre um estudo que teve como principal problemática o consumo de drogas como a heroína e a cocaína. Este fenómeno traduz-se numa preocupação de governos e da sociedade civil visto acarretar graves e nefastas consequências individuais e colectivas. Nos últimos tempos, fruto de uma evolução técnica e legislativa assistiu-se à diluição de posições extremadas e surgiu uma intervenção legal e mais adequada para aqueles consumidores que são incapazes de uma saída imediata do mundo das drogas. Esta intervenção com carácter humanista e pragmática é a redução de riscos e minimização de danos - RRMD. Este estudo pretendeu compreender a percepção da pessoa dependente de cocaína e/ou heroína sobre o papel do enfermeiro que desenvolve o seu trabalho na RRMD, tendo como objectivos: identi+car a percepção do toxicodependente sobre os cuidados de enfermagem prestados na RRMD e identi+car os cuidados de enfermagem mais valorizados pelo toxicodependente nesta área. O estudo é do tipo exploratório e descritivo e envolveu onze consumidores de cocaína e/ ou heroína, seleccionados intencionalmente numa amostragem não probabilística. A técnica de recolha de informação foi a entrevista semi-estruturada e o tratamento de dados foi realizado através da análise de conteúdo. Dos resultados obtidos, os participantes percepcionaram no papel do enfermeiro, a dimensão técnica, ética, de substituição médica, +cando evidenciado a dimensão relacional, como um dos cuidados mais valorizados. Também percepcionaram de um modo positivo os enfermeiros que trabalham neste contexto de cuidar, no entanto tal não é evidenciado noutras estruturas de saúde. É evidente ao longo deste estudo a necessidade de uma maior individualização dos cuidados de enfermagem. Sugere-se que o enfermeiro faça uma (re)avaliação das suas crenças e valores, para que livre de preconceitos seja promotor de uma relação de ajuda, tornando o toxicodependente autor e actor do seu plano terapêutico.
- Escala de Autoeficácia para Enfermeiros Líderes Clínicos (CNLSES®) (Gilmartin, 2015)Publication . Carvalho, M.; Mendes Gaspar, Maria Filomena; Potra, Teresa; Lucas, P.Estão definidos na literatura as competências do enfermeiro líder clínico como uma prática avançada, nomeadamente na área da melhoria da qualidade dos cuidados e na segurança do cliente. Para perceber qual a confiança destes enfermeiros na sua função em Portugal e de a medir validou-se para o contexto cultural português a escala CNLSES®. Foi realizado um estudo quantitativo, observacional e descritivo-transversal em que se desenvolveu o processo de adaptação transcultural, numa amostra não-probabilística e intencional de 329 enfermeiros responsáveis de turno/equipa e/ou com especialidade. Obteve-se um instrumento com 47 itens e 7 dimensões, com uma variância explicada de 61,139% para a totalidade do instrumento. Verificou-se uma matriz de correlação aceitável para cada uma das dimensões. A fiabilidade foi garantida através da determinação do Alfa de Cronbach e da determinação da correlação de Pearson. A validade de construto foi efetuada através da Análise Fatorial em componentes principais com rotação ortogonal pelo método Varimax e pela análise Fatorial Confirmatória. Da análise efetuada obtivemos melhores resultados com uma matriz de sete dimensões tendo sido redefinidas as dimensões: Cuidado Centrado no Cliente, Gestão da Unidade, Liderança Clínica, Redução de Custos, Gestão da Equipa e Planeamento de Cuidados. O CNLSES® revelou ser um instrumento adequado para ser aplicado em Portugal, através das suas características psicométricas.
- Escala de Autoeficácia para os Enfermeiros Líderes ClínicosPublication . Carvalho, M.; Mendes Gaspar, Maria Filomena; Potra, Teresa; Lucas, P.As competências do enfermeiro líder clínico constituem uma prática avançada, nomeadamente na área da melhoria da qualidade dos cuidados e na segurança do cliente. Para perceber qual a confiança destes enfermeiros na sua função em Portugal, validou-se para o contexto cultural português a escala Clinical Nurse Leaders Self-Efficacy Scale (CNLSES)®. Este instrumento avalia a perceção do enfermeiro sobre as suas capacidades de intervir eficazmente no desempenho das suas funções de liderança clínica. A versão portuguesa da Escala de Autoeficácia para Enfermeiros Líderes Clínicos (EAELC), apresenta-se com 47 itens e 7 dimensões: Cuidado Centrado no Cliente, Gestão da Unidade, Liderança Clínica, Liderança Estratégica, Redução de Custos, Gestão da Equipa e Planeamento de Cuidados. O Alfa de Cronbach apresentou valores de α=0,96. A EAELC revelou ser um instrumento adequado para ser aplicado em Portugal, dadas as suas propriedades psicométricas.
- X-chromosomal STRs: Metapopulations and mutation ratesPublication . Gusmão, L.; Antão-Sousa, S.; Faustino, M.; Abovich, M.A.; Aguirre, D.; Alghafri, R.; Alves, C.; Amorim, A.; Arévalo, C.; Baldassarri, L.; Barletta-Carrillo, C.; Berardi, G.; Bobillo, C.; Borjas, L.; Braganholi, D.F.; Brehm, A.; Builes J.J.; Cainé, L.; Carvalho, E.F.; Carvalho, M.; Catelli, L.; Cicarelli, R.M.B.; Contreras, A.; Corach, D.; Di Marco, F.G.; Diederiche, M.V.; Domingues, P.; Espinosa, M.; Fernandéz, J.M.; García, M.G.; García, O.; Gaviria, A.; Gomes, I.; Grattapaglia, D.; Henao, J.; Hernandez A.; Ibarra, A.A.; Lima, G.; Manterola, I.M.; Marrero, C.; Martins, J.A.; Mendoza, L.; Mosquera, A.; Nascimento, E.C.; Onofri, V.; Pancorbo, M.M.; Pestano, J.J.; Plaza, G.; Porto, M.J.; Posada, Y.C.; Rebelo, M.L.; Riego, E.; Rodenbusch, R.; Rodríguez, A.; Rodríguez, A.; Sanchez-Diz, P.; Santos, S.; Simão, F.; Siza Fuentes, L.M.; Sumita, D.; Tomas, C.; Toscanini, U.; Trindade-Filho, A.; Turchi, C.; Vullo, C.; Yurrebaso, I.; Pereira, V.; Pinto, N.; Cainé, Laura; Carvalho, Mónica; ElsevierThe analysis of STRs located on the X chromosome has been one of the strategies used to address complex kinship cases. Its usefulness is, however, limited by the low availability of population haplotype frequency data and lack of knowledge on the probability of mutations. Due to the large amount of data required to obtain reliable estimates, it is important to investigate the possibility of grouping data from populations with similar profiles when calculating these parameters. To better understand the partition of genetic diversity among human populations for the X-STRs most used in forensics, an analysis was carried out based on data available in the literature and new data (23,949 haplotypes in total; from these 10,445 new) obtained through collaborative exercises within the Spanish and Portuguese Working Group of the International Society for Forensic Genetics. Based on the available population data, a similarity in X-STR profiles was found in European populations, and in East Asian populations, except for some isolates. A greater complexity was found for African, South American, and South and Southeast Asian populations, preventing their grouping into large metapopulations. New segregation data on 2273 father/mother/daughter trios were also obtained, aiming for a more thorough analysis of X-STR mutation rates. After combining our data with published information on father/mother/daughter trios, no mutations were detected in 13 out of 37 loci analyzed. For the remaining loci, mutation rates varied between 2.68 × 10-4 (DXS7133) and 1.07x10-2 (DXS10135), being 5.2 times higher in the male (4.16 ×10-3) than in the female (8.01 ×10-4) germline.
