Browsing by Author "Carla Macedo"
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- Impacto Físico e Psicológico na vida de um cuidador informalPublication . Andrea Ribeiro; Carla Macedo; Maria Martins; Silvia Xavier; Tânia Lima; Tânia Pereira; José Lumini; João Sousa; Samuel Conde; Nuno Costa; Miriam Marcos; Maria Rego; Jorge Pinto; Ines Alves; Mafalda DuarteIntrodução: Os cuidadores informais desempenham um papel crucial na prestação de cuidados a indivíduos com doenças crónicas ou incapacidades. Esta tarefa pode gerar uma sobrecarga física e psicológica significativa, impactando negativamente a qualidade de vida dos cuidadores. Objetivos: Este estudo pretende investigar qual o nível de sobrecarga de um grupo de cuidadores informais e desta forma compreender o seu impacto físico e psicológico. Métodos: Os dados foram coletados por meio de entrevistas utilizando um questionário de 30 minutos. Participaram 74 cuidadores informais, recrutados pelo método bola de neve. Foram utilizados os seguintes instrumentos: Escala de Autoeficácia na Prestação de Cuidados Auto-administrada (CSES-8), Escala de Zarit e Índice para Avaliação das Satisfações do Prestador de Cuidados (CASI). Resultados: A amostra final incluiu 74 cuidadores informais (74,3% mulheres, 25,7% homens), com média de 57,89 anos. A maioria era casada (43,2%) e ativa profissionalmente (74,3%). Em média, dedicavam 15 horas diárias aos cuidados, com 48,6% cuidando 24 horas por dia. A Escala de Autoeficácia (CSES-8) indicou média de 53,1 pontos, sugerindo confiança na conciliação da vida pessoal e dos cuidados. A Escala de Zarit mostrou uma média de 19,43 pontos (sobrecarga moderada) e o Índice CASI, 103,8 pontos (satisfação moderada). Conclusão: Os cuidadores informais apresentam uma sobrecarga significativa, que impacta de forma negativa a sua qualidade de vida, tanto fisicamente como psicologicamente. No entanto, na sua maioria é relatada satisfação e confiança na realização dos cuidados. Intervenções específicas como terapias cognitivo-comportamentais, podem ajudar a mitigar esses impactos, proporcionando suporte e alívio de carga.
- A Literacia em Saúde de Mulheres na Menopausa Sobre a Incontinência UrináriaPublication . Carla Macedo; Alexandra Gomes; Sofia Alves; Sara CostaIntrodução: A menopausa é uma fase natural da vida da mulher, frequentemente acompanhada por alterações fisiológicas que podem afetar a qualidade de vida. Entre estas alterações, destaca-se a incontinência urinária, uma condição ainda envolta em estigma e desconhecimento. A literacia em saúde desempenha um papel fundamental na forma como as mulheres compreendem e gerem esta condição. Objetivo: Avaliar os níveis de literacia em saúde sobre incontinência urinária em mulheres menopáusicas. Métodos: O estudo realizou-se em Travassós (Fafe). Foram incluídas mulheres residentes nesta localidade, com idade, igual ou superior a 45 anos e terem assinado o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido. Como critérios de exclusão, mulheres com período menstrual nos últimos de 12 meses. A recolha de dados ocorreu de Abril a Maio presencialmente através da aplicação de um questionário de caracterização da amostra e o questionário de Literacia na Incontinência Urinária. Resultados: Demonstraram o que as mulheres menopausicas entendem sobre a literacia em saúde sobre a incontinência urinária, os resultados revelaram um baixo nível de literacia em saúde sobre a incontinência urinária entre mulheres na menopausa, com destaque para a dimensão “Relação entre envelhecimento e IU”, onde apenas 21,43% apresentaram respostas corretas. Conclusão: Este estudo concluiu que as literacias em saúde sobre a incontinência urinária entre mulheres na menopausa são ainda insuficientes. A falta de conhecimento sobre causas, prevenção e tratamentos reforça a necessidade de mais educação em saúde, de modo a promover o diagnóstico precoce, combater estigmas e melhorar a qualidade de vida das mulheres nesta fase.
