Browsing by Author "Campos, Rui"
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- Eficácia da intervenção da enfermagem pré-hospitalar na estabilização das vítimas de traumaPublication . Mota, Mauro; Cunha, Madalena; Santos, Eduardo; Figueiredo, Ândrea; Silva, Márcio; Campos, Rui; Reis Santos, MargaridaAbstract Background: Trauma is a public health issue with a significant social and economic impact. However, national data on its characterization and the role of nursing in its management is still scarce. Objective: To assess the effectiveness of prehospital nursing interventions in stabilizing trauma victims provided by nurses of Immediate Life Support Ambulances in Portugal. Methodology: Observational, prospective, and descriptive-correlational study. Data were collected by nurses of the Immediate Life Support Ambulances in mainland Portugal, from 01/03/2019 to 30/04/2020, and the Azores, from 01/10/2019 to 30/04/2020. Trauma severity indices were assessed before and after the nursing interventions. Results: This study included 606 cases (79.4% blunt trauma; 40.8% road accidents) reported by 171 nurses. Nurses performed mostly interventions for hemodynamic support (88.9%) and non-pharmacological pain control (90.6%) of trauma victims. The nursing interventions improved the Revised Trauma Score and the Shock Index (p<0.001). Conclusion: Prehospital nursing interventions improve trauma victims’ clinical status.
- O impacto do suicídio: Evidências atuaisPublication . Santos, Sara; Campos, Rui; Tavares, SofiaNeste artigo de revisão discute-se, numa primeira secção, a controvérsia em torno da terminologia utilizada para designar os indivíduos enlutados por suicídio. Numa segunda parte do trabalho, apresenta-se uma súmula dos principais resultados que constam da literatura internacional sobre o impacto do suicídio. Posteriormente, descrevem-se os estudos realizados em Portugal sobre esta temática. Antes de apresentar as principias conclusões, discutem-se algumas das linhas orientadoras que a investigação futura nesta área deve ter em consideração.
- Satisfação profissional, motivação no trabalho e presentismo em enfermeiros do INEMPublication . Baião, Hélder; Pedro Rocha, Rui Manuel; Guerra, Margarida; Cunha, Sónia; Gonçalves, Rita; Queirós, Cristina; Campos, RuiIntrodução: Após a sobrecarga da pandemia COVID-19 nos profissionais de saúde, é fundamental conhecer o seu grau de motivação e satisfação profissional, pois o cansaço acumulado prejudica o desempenho e afeta a saúde mental destes trabalhadores (Huang et al.,2024; Vargas et al.,2023) e a qualidade dos serviços (Moore & Glette, 2023), favorecendo a intenção de mudar de serviço ou até de profissão (Wei et al., 2023). Pretendem-se conhecer os níveis de satisfação/motivação laborais e de presentismo em enfermeiros do INEM. Métodos: Um estudo transversal/comparativo/correlacional recolheu online dados entre julho-novembro/2023, com autorização institucional e ética do INEM. O questionário foi divulgado a todos os enfermeiros, incluindo questões de caracterização sociodemográfica/laboral, Questionário de Satisfação no trabalho (Pais-Ribeiro & Maia,2002) e versões portuguesas da Utrecht Work Engagement Scale-9 de Schaufeli (Sinval et al.,2018) e Stanford Presenteeism Scale-6 de Koopman (Ferreira et al.,2010). Participaram 62 enfermeiros, com tempo de serviço médio de 10,4 anos no INEM, trabalhando 58% em meio urbano e sendo 19% Enfermeiro Especialista/Gestor. Resultados: Encontraram-se níveis moderados de satisfação laboral para 87% dos enfermeiros, e apesar de 71% apresentarem elevada satisfação com colegas, 24% e 26% apresentaram baixa segurança com o futuro da profissão e baixo nível de satisfação com a profissão. A motivação no trabalho foi elevada para 47% e a dedicação elevada para 45%, apresentando 48% nível moderado de vigor. O presentismo teve impacto em 15% da amostra, predominando a presença de cefaleias/enxaquecas, problemas musculo-esqueléticos, alergias, ansiedade/stress. Análises comparativas revelaram poucas diferenças significativas. Satisfação e motivação correlacionaram-se entre si positivamente, mas negativamente com presentismo. Conclusões: Os resultados expressam satisfação e motivação com o trabalho, mas a presença de doenças associadas ao presentismo exigem atuação da Saúde Ocupacional e da Enfermagem do Trabalho. Desta forma poderá reduzir-se o impacto do presentismo na saúde dos enfermeiros e os seus custos nas instituições de saúde e na qualidade dos serviços prestados.
