Percorrer por autor "Calado, Vasco"
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- A adição (não) é uma doença. O modelo biomédico das dependências e os seus críticosPublication . Calado, VascoResume-se aqui, de uma forma muito genérica, o modelo biomédico das adições (brain disease model of addiction), que define a toxicodependência e outros comportamentos aditivos como doenças do cérebro de natureza crónica e recidiva. São apresentados também os argumentos de alguns dos seus mais destacados críticos, autores que partilham a convicção de que esse modo de olhar para estes fenómenos é limitado e redutor, pois ignora ou, pelo menos, desvaloriza os fatores sociais, os contextos e as causas estruturais da adição. Um conjunto de especialistas e académicos, críticos da perspetiva biomédica, têm procurado demonstrar que as adições são, no essencial, respostas aprendidas e de natureza adaptativa a adversidades sociais e emocionais, defendendo uma abordagem mais multifatorial e multidimensional que reconheça sentido e agência às pessoas com comportamentos aditivos.
- Apresentação do ECATD - CAD, 2020Publication . Lavado, Elsa; Calado, Vasco; Feijão, FernandaO presente documento é a apresentação do Estudo sobre o Consumo de Álcool, Tabaco, Drogas e outros Comportamentos Aditivos (ECATD-CAD) é um estudo transversal, realizado através de questionário (ESPAD) auto preenchido por alunos em ambiente de sala de aula. Com uma amostra probabilística dos alunos entre os 13 e 18 anos de idade, do ensino público, unidade amostral é a turma. A representatividade é Portugal continental e regiões autónomas da Madeira e dos Açores. Tem a colaboração do Ministério da Educação, Governo Regional dos Açores e da Madeira.
- Comportamentos Aditivos aos 18 anos - Inquérito aos jovens participantes no Dia da Defesa Nacional – 2022 - RegiõesPublication . Calado, Vasco; Carapinha, Ludmila; Neto, HelenaEste é o segundo Inquérito aos Jovens Participantes no Dia da Defesa Nacional realizado depois da interrupção em 2020 devido à pandemia da COVID-19. Assim sendo, se a edição anterior – realizada em 2022, na fase final da pandemia – permitia relacionar a evolução dos diferentes comportamentos aditivos entre os jovens de 18 anos nas diferentes regiões com o contexto pandémico, a presente edição, cuja recolha decorreu já sem constrangimentos de maior, assinala o retomar da normalidade. Uma das coisas que agora está em causa é perceber até que ponto algumas alterações de consumo que se fizeram sentir na sequência da pandemia têm continuidade ou não num cenário pós-pandémico nas diferentes regiões.
- Comportamentos Aditivos aos 18 anos - Inquérito aos jovens participantes no Dia da Defesa Nacional – 2022 - Utilização da internetPublication . Carapinha, Ludmila; Calado, Vasco; Neto, HelenaO presente inquérito permite analisar um conjunto restrito de indicadores relativos à utilização da internet, em geral, e quanto às redes sociais, qualquer jogo, jogo de apostas e pesquisas, em particular. É possível constatar como a utilização da internet, designadamente para redes sociais ou para pesquisas é praticamente universal. Por seu turno, em cada 10 jovens, 6 jogam online e 2 fazem-no a dinheiro (jogo de apostas). A maioria dos jovens usa a internet durante 4 horas ou mais por dia, o que poderá incluir dimensões recreativas e não recreativas (estudos e/ou trabalho). Entre os tipos de utilização analisados (redes sociais, jogo e pesquisa), a de redes sociais é claramente predominante. Cerca de metade dos jovens participa em redes sociais durante 4 horas ou mais por dia. Por sua, vez, o jogo e as pesquisas ocupam, principalmente, menos de 2 horas por dia. Neste contexto, perto de 2 em cada 10 jovens fazem referência a situações de mal-estar emocional e a problemas de rendimento na escola ou no trabalho, que atribuem à utilização da internet.
- Comportamentos Aditivos aos 18 anos - Inquérito aos Jovens Participantes no Dia da Defesa Nacional 2024: Consumos de Substâncias PsicoativasPublication . Carapinha, Ludmila; Calado, Vasco; Neto, Helena; ICADO inquérito sobre comportamentos aditivos aplicado aos jovens participantes no Dia da Defesa Nacional teve a sua edição nacional em 2015, sendo o presente estudo resultante da nona edição do mesmo.
- Comportamentos Aditivos aos 18 anos - Inquérito aos Jovens Participantes no Dia da Defesa Nacional 2025: Consumos de Substâncias PsicoativasPublication . Ludmila, Carapinha; Calado, Vasco; Neto, Helena; ICADA presente publicação é relativa ao inquérito sobre comportamentos aditivos aplicado aos jovens participantes no Dia da Defesa Nacional, teve a sua primeira edição nacional em 2015, resultante da décima edição do mesmo. Durante o Dia da Defesa Nacional são desenvolvidas atividades destinadas a sensibilizar os jovens para a importância da Defesa Nacional e para o papel e missão das Forças Armadas Portuguesas. Neste documento são apresentados os principais resultados quanto ao consumo de substâncias psicoativas. Á semelhança das edições anteriores será feita uma leitura das evoluções percentuais desde a primeira edição feita em 2015.
- Comportamentos Aditivos aos 18 anos. Inquérito aos jovens participantes no dia da Defesa Nacional. Regiões 2021Publication . Calado, Vasco; Carapinha, Ludmila; Neto, HelenaEste é o primeiro Inquérito aos Jovens Participantes no Dia da Defesa Nacional realizado depois do estudo ter sido interrompido devido à pandemia da COVID-19. Como é sabido, os constrangimentos inerentes ao contexto pandémico traduziram-se, entre outras coisas, no cancelamento de eventos que implicassem ajuntamentos. Assim sendo, a partir de março de 2020, as iniciativas do Dia da Defesa Nacional foram interrompidas, impossibilitando a aplicação do inquérito. Só em meados do ano seguinte, numa fase mais tardia da pandemia, a iniciativa foi retomada, ainda a tempo de ser possível implementar uma nova edição do estudo, neste caso referente a 2021. O presente documento consiste, portanto, num retrato dos comportamentos aditivos dos jovens portugueses que completaram 18 anos em plena pandemia da COVID-19, a partir de uma perspetiva regional. Importava perceber a evolução dos consumos de substâncias psicoativas e da utilização da Internet entre os jovens dois anos após a última inquirição e com uma pandemia pelo meio, tendo em consideração a forma como o contexto pandémico afetou a sociedade em geral e as vivências juvenis, em particular.
- Comportamentos Aditivos: Perspetivas e DesafiosPublication . Calado, VascoEsta coletânea resulta de um desafio lançado pelo SICAD a um vasto conjunto de especialistas e investigadores nacionais que trabalham na área dos comportamentos aditivos, repetindo a fórmula de sucesso do volume inaugural da coleção Dossiers Temáticos. A anterior coletânea, Jogo, Internet e Outros Comportamentos Aditivos, foi editada no final de 2019 e demonstrou que uma colaboração mais estreita entre o SICAD e a rede nacional de investigadores em comportamentos aditivos, potenciando sinergias e mais-valias, não só é possível como desejada por ambas as partes. De facto, em 2019, a grande maioria dos investigadores nacionais e dos profissionais do terreno convidados respondeu afirmativamente ao desafio lançado pelo SICAD. Para além disso, e como prova do sucesso da iniciativa e do seu contributo para o conhecimento dos fenómenos em questão, a publicação da coletânea que daí resultou traduziu-se numa formação online, Estratégias de Intervenção. Dependências sem Substância – online, ecrã e videojogos, que já vai na 3ª edição e que, no total, envolveu 5 formadores e 80 formandos, profissionais da rede pública de respostas em CAD.
- Consumo de Psicadélicos em Portugal - 2024Publication . Carapinha, Ludmila; Calado, Vasco; ICADO estudo Consumo de Psicadélicos em Portugal - 2024 tem o objetivo amplo de acrescentar informação quanto ao consumo de psicadélicos em utilizadores residentes no país, tendo em consideração a diversidade de psicadélicos e um aprofundamento de aspetos de caracterização deste consumo e dos consumidores.
- A dimensão problemática dos comportamentos aditivos entre os jovens portugueses: Resultados do ECATD-CAD 2019Publication . Calado, Vasco; Lavado, Elsa; Coppi, Marcelo; Oliveira, Hugo; Cristóvão, Ana Maria; Bonito, JorgeApresentam-se os principais resultados do Estudo sobre o Consumo de Álcool, Tabaco, Drogas e outros Comportamentos Aditivos e Dependências (ECATD-CAD 2019), um estudo de cariz quantitativo do Serviço de Intervenção nos Comportamentos Aditivos e nas Dependências (SICAD) realizado entre os alunos do ensino público com idade entre os 13 e os 18 anos, dando aqui destaque à dimensão problemática de diversos comportamentos aditivos e à sua associação com vários tipos de problemas. Tal como outros estudos realizados entre a população juvenil têm demonstrado, o álcool é a principal substância psicoativa consumida entre os alunos, seguindo-se o tabaco e só depois as drogas ilícitas, sendo que a canábis é a substância ilícita mais consumida. Quanto a comportamentos potencialmente aditivos sem substância, a utilização da Internet para aceder a redes sociais é uma prática adotada pela quase totalidade dos alunos, sendo que a prática de videojogo também é muito expressiva, ao contrário do jogo a dinheiro, que é algo que apenas uma minoria declara fazer. Uma percentagem diminuta de consumidores de álcool refere ingerir bebidas alcoólicas para esquecer problemas e lidar com a ansiedade e a depressão. Da mesma forma, a percentagem de consumidores de canábis que apresentam um padrão de consumo com risco moderado e elevado também é baixa. Em contrapartida, cerca de um em cada cinco utilizadores de redes sociais, jogadores de videojogos e jogadores a dinheiro está associado a uma maior dimensão problemática. Do exercício de analisar a experiência de algumas situações problemáticas em função de um conjunto de variáveis sociodemográficas e de caracterização, resulta o perfil dos alunos em maior risco: sexo masculino, residentes nas regiões de Lisboa, Alentejo e Açores, com um baixo rendimento escolar e, sobretudo, que saem à noite assiduamente (numa base mensal ou semanal). Já a idade parece não ser decisiva na experiência de problemas, pois há situações problemáticas que são mais declaradas pelos alunos de menor idade (13-15 anos) e outras pelos mais velhos (16-18 anos). Ser consumidor de álcool e, sobretudo, de drogas ilícitas é algo que faz aumentar consideravelmente o risco de envolvimento em situações problemáticas, nomeadamente alguns comportamentos de risco de natureza sexual e problemas com a polícia. No entanto, estas situações tendem a não ocorrer durante ou depois dos consumos, pelo que não se pode estabelecer um nexo causal. A próxima edição do estudo, cuja recolha de dados ocorrerá no primeiro trimestre de 2024, permitirá acompanhar a tendência de evolução destes fenómenos
