ESESJC - Produção Científica (Docentes e Investigadores)
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Browsing ESESJC - Produção Científica (Docentes e Investigadores) by Author "Abreu, Lara"
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- Ativação da via verde coronária na Região Autónoma da Madeira: Estudo de COORTEPublication . Orenlas, Sílvia; Abreu, Lara; Vale, Sandra; Pestana, C. B.Introdução: As doenças cardiovasculares afetam cerca de 60 milhões de cidadãos na União Europeia, correspondendo a cerca de 20% do número de mortes até aos 65 anos (Koo, M.2023). A Intervenção Coronária Percutânea Primaria (ICPp) é a forma de tratamento mais eficaz para a redução da mortalidade e complicações (Soleimani et al., 2020). Objetivo: caracterizar a população da RAM, submetida a ICPp, sob ativação da Via Verde Coronária (VVC), por um enfermeiro desde o pré-hospitalar até ao serviço de hemodinâmica. Metodologia: Estudo exploratório de coorte analítico retrospetivo, com os seguintes critérios de inclusão: adultos submetidos a ICPp, com ativação da VVC, desde janeiro de 2020 a dezembro de 2022. Resultados/discussão: A afluência ao SU nos últimos três anos aumentou paulatinamente, 81 168 entradas no ano de 2020, 100 636 em 2021 e 121 576 em 2022, sendo proporcional a ativação das VCC. Esta, é ativada, em média, 1,59% do número total de doentes; contudo não se traduz no aumento de doentes submetidos a ICPp. Identificou-se os turnos da manhã como sendo os de maior número de ativações, tendo como principal sintoma a dor torácica; do total de ativações, 73% foram homens, sendo estes mais jovens que a média de idade das mulheres em 7,5 anos
- O suporte básico de vida nas escola do 1.º ciclo lançando uma semente, traçando um futuro: Projeto de intervençãoPublication . Pestana, Nicolay; Abreu, Lara; Bettencourt, Merícia; Pestana, C. B.; Pimenta, NoéliaIntrodução: A paragem cardíaca extra-hospitalar é a terceira principal causa de morte em países industrializados. Em Portugal, em apenas 18,5% das situações são iniciadas manobras de reanimação. Várias entidades defendem a disseminação dos conhecimentos sobre Suporte Básico de Vida (SBV), incluindo a sua inclusão nos currículos escolares. Objetivo geral: Promover a literacia em saúde, na área do SBV às crianças dos sete aos onze anos. Material e Métodos: Utilizámos a metodologia de projeto. A população foi constituída por 82 crianças do 3.º e 4.º ano de escolaridade. Aplicado questionário diagnóstico, replicado no final da intervenção. A intervenção consistiu numa formação com componente teórica e prática. Resultados/Discussão: Da análise das respostas, antes e após a intervenção, destaca-se: questões que abordavam aspetos comuns, como “qual o número a ligar em caso de emergência”, verificou-se pequenas taxas de variação (90% para 100%). Nas questões específicas verificou-se baixas taxas de respostas corretas, que se elevaram após a intervenção, por exemplo “número de compressões a realizar num ciclo de SBV”, passando dos 0% para os 90,8%.Conclusão:Verificou-se variação positiva nas respostas obtidas no questionário final, demonstrando o impacto positivo do projeto na aprendizagem das crianças
- O suporte básico de vida nas escolas do 1º ciclo – lançando uma semente, traçando um futuro: Projeto de intervençãoPublication . Pestana, Nicolau; Abreu, Lara; Bettencourt, Merícia; Pestana, Cristina; Pimenta, NoéliaIntrodução:A paragem cardíaca extra-hospitalar é a terceira principal causa de morte em países industrializados. Em Portugal, em apenas 18,5% das situações são iniciadas manobras de reanimação. Várias entidades defendem a disseminação dos conhecimentos sobre Suporte Básico de Vida (SBV), incluindo a sua inclusão nos currículos escolares.Objetivo geral:Promover a literacia em saúde, na área do SBV às crianças dos sete aos onze anos.Material e Métodos:Utilizámos a metodologia de projeto. A população foi constituída por 82 crianças do 3.º e 4.º ano de escolaridade. Aplicado questionário diagnóstico, replicado no final da intervenção. A intervenção consistiu numa formação com componente teórica e prática.Resultados/Discussão:Da análise das respostas, antes e após a intervenção, destaca-se: questões que abordavam aspetos comuns, como “qual o número a ligar em caso de emergência”, verificou-se pequenas taxas de variação (90% para 100%). Nas questões específicas verificou-se baixas taxas de respostas corretas, que se elevaram após a intervenção, por exemplo “número de compressões a realizar num ciclo de SBV”, passando dos 0% para os 90,8%.Conclusão:Verificou-se variação positiva nas respostas obtidas no questionário final, demonstrando o impacto positivo do projeto na aprendizagem das crianças
