EM - ESSEM - Fisioterapia
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Percorrer EM - ESSEM - Fisioterapia por orientador "Radaelli, Régis"
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- Associação entre potência muscular mensuradas em diferentes testes de sentar e levantar e a variabilidade do torque em indivíduos idosos : estudo correlacionalPublication . Espadilha, Ana Patrícia dos Santos Pinheiro; Radaelli, RégisIntrodução: A potência dos membros inferiores, avaliada pelo teste de sentar e levantar (STS), e a variabilidade do torque são preditores sensíveis da funcionalidade em idosos. Porém, a relação entre eles em idosos é pouco conhecida. Métodos: Este estudo teve como objetivo analisar a relação entre a potência muscular, mensurada por diferentes testes de STS, e a variabilidade do torque em indivíduos idosos. Neste estudo participaram 38 homens e mulheres idosos saudáveis. Foram mensuradas a contração isométrica máxima dos extensores do joelho num dinamómetro isocinético, e posteriormente mensurada a variabilidade do torque. A potência muscular durante a execução dos testes de STS foi avaliada a partir de três diferentes métodos: com encoder, na plataforma de força e por fórmula. Os participantes realizaram os testes de STS na plataforma de força e com o encoder com repetições lentas e rápidas, enquanto para o cálculo a partir da fórmula os praticantes realizaram o maior número de repetições de sentar e levantar em 30 segundos. Resultados: Foram encontradas correlações significativas positivas entre a variabilidade do torque e a potência absoluta e relativa, medida pelo encoder (R² ≈ 0,17– 0,39; p < 0,001), quando o teste de STS foi executado de maneira lenta e rápida. Também, foi observada corelação significativa entre a variabilidade do torque e a potência avaliada na plataforma de força de forma lenta (R² ≈ 0,12; p < 0,001). Por fim, também foi encontrado correlação significativa entre a variabilidade e a potência obtida pela fórmula (R² ≈ 0,39; p < 0,001). Conclusão: A potência muscular avaliada por diferentes testes de STS, mostraram correlação moderadas e significativas com a variabilidade do torque. Também, sugerem uma maior sensibilidade da relação entre a variabilidade e a potência muscular nos STS avaliada pelo encoder e pela fórmula.
- Comparison of cortical drive and muscle power in older adults with and without fear of falling : a comparative cross-sectional studyPublication . Sousa, Laís Karielly Rodrigues de; Radaelli, RégisIntroduction: Fear of falling (FoF) is a psychological factor that contributes to physical inactivity, social withdrawal, and increased fall risk. Previous evidence suggests age-related changes in cortical drive and muscle power. However, there is a lack of knowledge on how these changes affect FoF. This study aimed to compare corticospinal excitability (CSE), short-interval intracortical inhibition (SICI), intracortical facilitation (ICF), silent period (SP) and lower-limb muscle power between older adults with and without FoF. Methods: Eighteen communitydwelling older adults (g65 years old) participated and were classified into two groups based on the Falls Efficacy Scale International (FES-I): NFoF (score <28; n=10) and FoF (score g28; n=8). Cortical drive was assessed using Transcranial Magnetic Stimulation (TMS), with measures of active motor threshold (AMT), CSE, SICI, ICF. Lower-limb muscle power was measured via countermovement jump on a force platform. Physical activity levels were evaluated using the IPAQ-short form. Results: Groups were similar in age, BMI, and height. Participants with FoF had significantly more falls in the past 12 months (p=0.006). No statistically significant differences were found between groups for AMT (p=0.864), CSE (p=0.565), ICF (p=0.999), SICI (p=0.355) or SP (p=0.667). Physical activity levels did not differ significantly between older adults with and without FoF (p=0.342; §= 0.325). No statistically significant differences were found in absolute or relative muscle power between groups (p=0.141; d=0.735 and p=0.150; d=0.717, respectively). Conclusion: The FoF does not appear to influence neurophysiological parameters or lower-limb muscle power in this sample of older adults.
