Name: | Description: | Size: | Format: | |
---|---|---|---|---|
1.39 MB | Adobe PDF |
Authors
Abstract(s)
Introdução: No decorrer das atividades de vida diária e na prática desportiva o
individuo está sujeito à ocorrência de lesões. No futebol, a entorse do tornozelo é das
lesões mais frequentes podendo assim conduzir à instabilidade da estrutura, pelo que a
avaliação da mesma é fundamental.
Objetivo: Adaptar e validar para a cultura portuguesa o The Cumberland Ankle
Instability Tool (CAIT) e do Ankle Instability Instrument (AII).
Material e Métodos: As versões portuguesas foram obtidas através da metodologia
sequencial. Para avaliar a validade e fiabilidade, estas versões foram administradas a
153 jogadores de futebol (24±4 anos de idade). Destes, 48 encontravam-se a realizar
tratamentos de fisioterapia, tendo contribuído para determinar o poder de resposta.
Resultados: Após obtenção da equivalência semântica e de conteúdo, as versões
portuguesas do CAIT e do AII demonstraram valores elevados de reprodutibilidade
(CCI ≥ 0,8) e níveis bastantes aceitáveis de consistência interna (α Cronbach > 0,8).
As correlações obtidas entre o CAIT e o VR-12 são baixas; e entre o AII e o VR-12 são
baixas e inversas. O AII apresenta correlações moderadas com o CAIT (principalmente
membro direito).
O Poder de resposta de 4 semanas, demonstrou valores de ESS de -0,50 no AII; ESS de
0,40 e 0,57 no CAIT Esquerdo e Direito respetivamente. O valor de RMS obtido para o
AII foi de -0,69; para o CAIT Esquerdo foi de 0,37 e para o CAIT Direito foi 0,65.
Conclusões: As versões portuguesas do CAIT e do AII apresentaram valores aceitáveis
de validade e fiabilidade, revelando valores baixos a moderados de poder de resposta.
Description
Keywords
Entorse Instabilidade do tornozelo Futebol Instrumentos de medição Validação intercultural