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Authors
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Abstract(s)
A atenção que os EUA, a UE, o G-8 e a NATO
têm prestado a África apresenta níveis sem
precedentes. É necessário, no contexto político
pós 11 de Setembro, reflectir sobre “espaços
não governados”. Este novo conceito está no
centro de uma mudança de paradigma na política
externa norte-americana, onde o “soft
power” tem um importante papel a desempenhar.
O artigo fornece casos concretos. A partir daí
discute os modos de minimizar as áreas não
governadas e os possíveis meios militares
que podem ser utilizados para tal.
Uma das maiores ameaças do século XXI envolve
a ligação entre terroristas e armas de
destruição em massa. Neste sentido, África
apresenta inúmeros “espaços não governados”
que merecem a nossa atenção, visto que constituem
refúgios ideais para grupos terroristas.
O progresso contínuo em África é vital para a
segurança dos EUA.
Description
Keywords
Política externa Terrorismo Grupos terroristas Ameaças Armas de destruição massiva Proliferação Globalização Países desenvolvidos Países subdesenvolvidos Estados falhados Segurança Soberania NATO (EUA, 1949) UE (a partir de 1993) África África Central África Subsariana EUA