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Intervenções de enfermagem para gerir a dor da canulação da fístula arteriovenosa do doente em hemodiálise
| dc.contributor.advisor | Cristóvão, António Filipe | |
| dc.contributor.author | Paulo, Vasco Aurélio Pereira | |
| dc.date.accessioned | 2021-08-24T10:53:00Z | |
| dc.date.available | 2021-08-24T10:53:00Z | |
| dc.date.issued | 2020 | |
| dc.description.abstract | A Doença Renal Crónica (DRC) é considerada um problema de saúde pública, apresentando altas taxas de morbilidade e mortalidade. Existem hoje em dia, aproximadamente, 37 milhões de adultos em risco de contrair DRC. A realidade portuguesa, é ligeiramente diferente dos restantes países, visto que, apresenta uma prevalência ligeiramente superior à média europeia. O avanço da DRC leva a que muitos clientes alcancem o quinto estadio da doença e tenham necessidade de recorrer a uma técnica de substituição da função renal (TSFR). A modalidade de TSFR mais prevalente em Portugal e no mundo é a Hemodiálise (HD) e, segundo a Sociedade Portuguesa de Nefrologia (SPN), no ano de 2018, de todos os clientes que iniciaram técnica, 58,9% encontram-se em programa regular de HD. Para que se realize este tratamento, é necessário um acesso vascular (AV) que permita um fluxo de sangue adequado. O AV de eleição e mais comum no nosso país é a fistula arteriovenosa (FAV), sendo necessário realizar uma canulação, de modo a que exista um circuito de sangue extracorporal. A canulação, como procedimento invasivo, tem a particularidade de causar dor e a sua gestão é uma das preocupações do enfermeiro. Este trabalho foi realizado durante os estágios, que permitiram o desenvolvimento e aquisição de competências de enfermeiro especialista na área nefrológica, culminando na realização de uma revisão scoping com o título: “Intervenções de enfermagem para gerir a dor da canulação da fistula arteriovenosa do doente em hemodiálise”. As conclusões deste estudo mostram que o enfermeiro especialista em nefrologia tem um papel fundamental no que diz respeito à gestão e controlo da dor, visto existirem intervenções farmacológicas e não farmacológicas à sua disposição. As intervenções não farmacológicas, como a crioterapia aplicada no ponto Hegu, é aquela que apresenta melhores resultados, menos efeitos secundários e menos impacto na vida socioeconómica do cliente, sendo por isso uma intervenção válida. Cabe ao enfermeiro trabalhar em parceria com o cliente, para que este seja um agente de mudança, e dessa forma utilizar a intervenção de enfermagem que melhor se adapte ao cliente e deste modo diminuir a dor à canulação da FAV. | pt_PT |
| dc.identifier.tid | 202731332 | pt_PT |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10400.26/37352 | |
| dc.language.iso | por | pt_PT |
| dc.subject | Enfermagem em nefrologia | pt_PT |
| dc.subject | Cateterismo | pt_PT |
| dc.subject | Dor | pt_PT |
| dc.subject | Fístula arteriovenosa | pt_PT |
| dc.subject | Cuidados de enfermagem | pt_PT |
| dc.title | Intervenções de enfermagem para gerir a dor da canulação da fístula arteriovenosa do doente em hemodiálise | pt_PT |
| dc.type | master thesis | |
| dspace.entity.type | Publication | |
| rcaap.rights | openAccess | pt_PT |
| rcaap.type | masterThesis | pt_PT |
| thesis.degree.name | Enfermagem Médico-Cirurgica, Nefrologia | pt_PT |
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