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Colonização nasal por Staphylococcus aureus em estudantes universitários: um problema?
| dc.contributor.advisor | Silva, Patrícia Cavaco | |
| dc.contributor.author | Aguiar, João Pedro Teixeira | |
| dc.date.accessioned | 2016-06-21T15:49:27Z | |
| dc.date.available | 2016-06-21T15:49:27Z | |
| dc.date.issued | 2013-10 | |
| dc.description | Dissertação para obtenção do grau de Mestre no Instituto Superior de Ciências da Saúde Egas Moniz | pt_PT |
| dc.description.abstract | Introdução: Staphylococcus aureus é uma bactéria colonizadora em portadores sãos, nomeadamente, das fossas nasais anteriores, podendo, em determinadas condições, desenvolver infeções. Em Portugal, estudos sobre esta temática, em instituições universitárias, são escassos. Metodologia: Realizou-se um estudo observacional transversal, em que as amostras biológicas foram obtidas dos alunos do MICF. Os isolados bacterianos foram identificados pelo teste da coagulase em tubo, API® Staph e PCR em tempo real (qPCR). Em relação aos S. aureus resistentes à meticilina (MRSA), foram identificados pelos seguintes testes: teste de screening em meio de oxacilina, teste de difusão dos discos de oxacilina e cefoxitina, meio de MRSA ID e qPCR. Adicionalmente, pesquisou-se o gene lukS-lukF por qPCR e realizaram-se testes de suscetibilidade aos antimicrobianos. Os resultados obtidos foram tratados com recurso aos programas IBM SPSS v. 20,0 e Rotor Gene v. 6.1.93. Resultados: Obteve-se uma amostra de 25 alunos portadores de S. aureus e, apenas, um deles apresentava MRSA. Assim, estimou-se uma prevalência de colonização nasal por S. aureus e MRSA de 24,04% (25/104) e 0,96% (1/104), respetivamente. Nenhuma das estirpes apresentava o gene que codifica para a PVL. Verificou-se, ainda, que a maioria dos isolados foram sensíveis à maioria dos antibióticos testados, tendo-se registado uma elevada taxa de resistência à penicilina G (79,2%; n = 19) e uma taxa moderada à gentamicina (20,8%; n = 5), eritromicina (20,8%; n = 5) e cotrimoxazol (16,7%; n = 4). É de notar que se obtiveram 2 isolados bacterianos classificados como sendo multirresistentes aos antibióticos. Conclusão: Verificou-se que a prevalência de colonização nasal, por S. aureus e MRSA, na população estudada, se encontra de acordo com os dados da literatura. Contudo, é de extrema importância monitorizar este fenómeno, dada a possibilidade de disseminação deste patogéneo em instituições de ensino, além do risco de desenvolver doença no portador são. | pt_PT |
| dc.identifier.tid | 201182866 | pt_PT |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10400.26/14151 | |
| dc.language.iso | por | pt_PT |
| dc.subject | Staphylococcus aureus | pt_PT |
| dc.subject | MRSA | pt_PT |
| dc.subject | PVL | pt_PT |
| dc.subject | Colonização nasal | pt_PT |
| dc.title | Colonização nasal por Staphylococcus aureus em estudantes universitários: um problema? | pt_PT |
| dc.type | master thesis | |
| dspace.entity.type | Publication | |
| rcaap.rights | openAccess | pt_PT |
| rcaap.type | masterThesis | pt_PT |
| thesis.degree.name | Mestrado Integrado em Ciências Farmacêuticas | pt_PT |
