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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Com o fim da Guerra Fria, a região mediterrânica
tornou-se mais importante para a OTAN como
um todo e não apenas para os países do flanco
sul. As razões principais são óbvias: os riscos e
os desafios moveram-se para o sul; surgiu a
crise nos Balcãs; a UE iniciou o processo de
Barcelona; há países do sul que enfrentam transições
políticas difíceis: existe a disputa Greco-
Turca sobre o Egeu e Chipre e, sobretudo o
confronto Israelo-Palestiniano; as ameaças do
terrorismo e das AMD pairam sobre a região,
aumentando a incerteza histórica da região.
Uma política resoluta de segurança necessita de
fundamentos políticos muito firmes uma bandeira
facilmente identificável: as políticas de
segurança e defesa são planeadas para promover
a confiança, para construir a paz, e para
conseguir a segurança através da cooperação;
o conflito é o preço a pagar pelo falhanço destas
políticas. Como fortalecer as medidas de
criação de confiança (CBM’s) no ambiente mediterrânico?
A OTAN promove um diálogo com os
países mediterrânicos do sul, inspirado pelos
princípios do Tratado fundador. Reiterar esses
princípios dentro das novas e específicas circunstâncias
do Mediterrâneo é a melhor garantia
que serão propostas e executadas as políticas de
segurança mais adequadas.
Descrição
Palavras-chave
Relações internacionais Política de segurança Política de defesa Terrorismo internacional Armas de destruição massiva Conflito Crise NATO (EUA, 1949) UE (a partir de 1993) Mediterrâneo (região Médio Oriente Balcãs Grécia Turquia Chipre
