Publicação
A experiência vivida da pessoa doente internada numa UCI:
| dc.contributor.author | Castro, Cidalia | |
| dc.contributor.author | Vilelas, José | |
| dc.contributor.author | Botelho, Maria Antónia Rebelo | |
| dc.date.accessioned | 2018-08-29T09:34:57Z | |
| dc.date.available | 2018-08-29T09:34:57Z | |
| dc.date.issued | 2011-12 | |
| dc.description.abstract | Problemática: O internamento numa unidade de cuidados intensivos, de pessoas vulneráveis, instáveis e em estado crítico, em que a finitude está constantemente presente, obriga a uma assistência intensiva e a uma tecnologia altamente sofisticada com o objectivo de manutenção da vida. Neste ambiente que muito contribui para a despersonalização e para aumentar a ansiedade em relação ao seu estado clínico, a vivência destas pessoas, torna-se singular e de especial interesse para os profissionais de enfermagem. As experiências vividas permitem a compreensão das diferentes formas de ver o mundo. Watson (1988) refere que as experiências humanas não podem ser medidas, apenas podem ser explicadas na forma como são percepcionadas, ou seja, a essência do fenómeno através dos olhos da pessoa que o vivencia. Só assim será possível compreender as experiências e descrição dos significados humanos, conduzindo à exploração do fenómeno. Objectivo: Descrever e analisar estudos que permitam compreender o significado da experiência vivida face ao internamento da pessoa doente numa UCI. Desenho: Revisão sistemática da literatura pelo método PI[C]OS. Métodos: Foram incluídos 11 estudos a partir da pesquisa em bases de dados electrónicas (EBSCO), cujos participantes foram pessoas com idade superior a 18 anos, que tinham estado internados em UCI. Resultados: A experiência vivida pelos participantes dos estudos incluídos nesta RSL, revelou-se maioritariamente de carácter negativo. São vivências que estão normalmente associadas a sentimentos tais como o terror e a ansiedade, associados à morte, à incapacidade de distinguir o tempo, o local e a família e à dificuldade em comunicar. A dor e o sofrimento físico foram bastante experienciados. O suporte social da família, a espiritualidade e as crenças religiosas foram salientadas como fonte de apoio emocional e facilitador do internamento. Nas vivências dos participantes quando se referem ao ambiente dos cuidados intensivos encontramos dois temas distintos: o ambiente tecnológico, que é descrito como desagradável em que o “ouvir o alarme do monitor cardíaco” o “ouvir os ruídos e alarmes” é fonte de stress e o comportamento no cuidar em enfermagem, gerador de sentimentos positivos, nomeadamente de segurança, confiança e tranquilidade, associados à percepção da empatia e do profissionalismo da equipa no domínio das suas competências. Conclusões: Os estudos analisados indicam-nos que as vivências das pessoas internadas na UCI estão geralmente associadas a sentimentos negativos, tais como o medo da morte e a dificuldade em adormecer, a sonhos e a alguma incapacidade em orientar-se no espaço e no tempo. Todavia, também encontrámos aspectos positivos, como a amabilidade dos enfermeiros, a empatia e a segurança na prestação de cuidados. Realçamos, a família, a espiritualidade e as crenças religiosas como estratégias de apoio que as pessoas doentes em UCI recorrem durante o internamento. | pt_PT |
| dc.description.version | info:eu-repo/semantics/publishedVersion | pt_PT |
| dc.identifier.citation | Pensar Enfermagem, Vol. 15 N.º 2 2º Semestre de 2011 | pt_PT |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10400.26/23939 | |
| dc.language.iso | por | pt_PT |
| dc.publisher | Unidade de Investigação e Desenvolvimento em Enfermagem | pt_PT |
| dc.subject | Enfermagem | pt_PT |
| dc.subject | Pessoa doente | pt_PT |
| dc.subject | Unidade de cuidados intensivos | pt_PT |
| dc.subject | Experiência vivida | pt_PT |
| dc.title | A experiência vivida da pessoa doente internada numa UCI: | pt_PT |
| dc.title.alternative | revisão sistemática da literatura | pt_PT |
| dc.type | journal article | |
| dspace.entity.type | Publication | |
| oaire.citation.conferencePlace | Lisboa | pt_PT |
| oaire.citation.endPage | 59 | pt_PT |
| oaire.citation.issue | 2 | pt_PT |
| oaire.citation.startPage | 41 | pt_PT |
| oaire.citation.title | Pensar Enfermagem | pt_PT |
| oaire.citation.volume | 15 | pt_PT |
| rcaap.rights | openAccess | pt_PT |
| rcaap.type | article | pt_PT |
