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Abstract(s)
As operações psicológicas são “operações planeadas para transmitir informação
selecionada e indicadores para audiências estrangeiras a fim de influenciar as suas emoções,
motivos, racionalização objetiva e em última instância os comportamentos de governos
estrangeiros, organizações, grupos e indivíduos de uma forma favorável para os objetivos do
originador”.
As operações psicológicas têm como objetivo alterar ou modificar atitudes,
perceções, ideias e fazer com que certo alvo, seja esse um lavo mais ou menos numeroso,
aja de acordo com o que a força que conduz ditas operações deseja.
Uma vez que o extremismo “refere para uma doutrina política englobado por
movimentos sociopolíticos favorecendo tanto a liberdade individual como a coletiva, e a
emancipação do reinado dos regimes autoritários e sociedades estruturadas
hierarquicamente.” (Bötticher, 2017), esta acaba por ser uma área onde a vertente
psicológica tem grande peso e por consequência onde as PSYOPs podem atuar em
consonância com outras operações, de forma a combater os extremistas e as suas ações em
prol da população e dos objetivos definidos.
Para esta investigação foi utilizado o método hipotético-dedutivo tendo com base de
investigação uma revisão de literatura sobre o tema e assuntos com ele relacionados. Em
complemento à revisão de literatura foi utilizado um inquérito por entrevista a oficiais que
estão ligados ao tema em questão.
Os resultados obtidos permitiram identificar se as operações psicológicas são um
meio de combate eficaz ao extremismo e se exerce alguma influência nesse mesmo meio,
seja como operação independente ou como apoio a outras tipologias de operações, e ainda,
verificar o que é necessário para que estas sejam conduzidas da melhor forma.
Description
Keywords
Operações Psicológicas Iraque Afeganistão Extremismo
