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DOIS PARÂMETROS DE ARQUITECTURA POSTOS EM SURDINA. LEITURA CRÍTICA DO INQUÉRITO À ARQUITECTURA REGIONAL. Caderno 2

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Resumo(s)

O reconhecimento de toda a importância à espessura enquanto instrumento de uma expressividade especial vai permitir reconhecer seguidamente aquilo a que podemos chamar uma poética de paredes delgadas e uma poética de paredes espessas. A espessura é, portanto, o primeiro “parâmetro em surdina” de que trata este trabalho. O segundo “parâmetro em surdina” considerado nesta investigação é uma qualidade específica de espaço que podemos investir de responsabilidades particulares seja no campo expressivo seja no campo das preocupações sociais. Concretamente trata-se do espaço-transição. A reflexão sobre as implicações espaciais destes dois parâmetos é seguida da análise de exemplos referênciaveis internacionais e da arquitectura portuguesa, numa proposta de releitura crítica que vem demonstrar a importância da espessura e do espaço-transição enquanto valores expressivos da arquitectura.

Descrição

Publicação póstuma. Texto editado por Maria Helena Maia

Palavras-chave

Arquitetura Portuguesa Portuguese Architecture Espaço-transição Transition-space Espessura Thickness Poética de paredes espessas poetics of thick walls Poética de paredes delgadas poetics of thin walls Teoria da Arquitetura Architectural theory Arquitetura Vernacular Vernacular Architecture Inquérito à arquitetura vernacular Survey on vernacular architecture

Contexto Educativo

Citação

Pedro Vieira de Almeida - DOIS PARÂMETROS DE ARQUITECTURA POSTOS EM SURDINA. LEITURA CRÍTICA DO INQUÉRITO À ARQUITECTURA REGIONAL. Caderno 2.  Ed. Maria Helena Maia. Porto: CEAA, Edições Caseiras/17, 2013 (68 pág.)

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