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Predisposição psicológica de adaptação comportamental à patologia oncológica
dc.contributor.author | Pereira, Fernando Oliveira | |
dc.date.accessioned | 2015-11-12T15:31:09Z | |
dc.date.available | 2015-11-12T15:31:09Z | |
dc.date.issued | 2013-04 | |
dc.description.abstract | A patologia oncológica é considerada uma doença grave, que acarreta elevados riscos para a saúde e para a própria vida daqueles que dela padecem, produz graus de incerteza na mente dos pacientes, quanto à recuperação da saúde normal e reabilitação funcional destes. Factores que se repercutem nas condições de funcionamento mental dos pacientes, alterando-o conforme a ação neles exercida, quer pela percepção da patologia, quer pela estrutura da personalidade/individualidade; conduzindo à construção de predisposições psicológicas específicas que, por seu turno, dirigem o comportamento de adaptação do paciente à doença. Nesta investigação foi aplicada uma variante do instrumento “Mental Adjustment to Câncer Scale”, por nós estruturada, semanticamente, com o objectivo de detectar as predisposições psicológicas predominantes no comportamento, ou atividade, de adaptação à doença, em geral, e, neste caso, em particular, à oncológica. Sendo esta adaptação comportamental, habitualmente, designada de coping, ou seja, de reações ou estratégias de coping. A metodologia consistiu na comparação das predisposições psicológicas de adaptação comportamental ao cancro pelos doentes oncológicos nas condições: real em que se percepcionam como doentes e imaginária em que se percepcionam como se não padecessem da patologia, e, também, no grupo de controlo, constituído por pessoas que não padecem de doença oncológica. Na variante em que o doente oncológico se percepcionou, a si próprio, nas duas condições: a de doente e a de ausência de doença; foi revelada expressividade mais significativa das predisposições psicológicas do doente oncológico para o desânimo/desespero, para a preocupação ansiosa e para a percepção fatalista. Na estrutura funcional das predisposições psicológicas do doente oncológico à medida que apresenta índices, mais elevados, de desânimo, desespero, preocupação ansiosa, percepção fatalista da vida diminui a sua predisposição psicológica ativo-combativa, tornando-se passivo no seu comportamento de adaptação à doença. Ao contrário, nas pessoas que não padecem de cancro à medida que sobem os índices dos fenómenos psicológicos acima referidos, quanto à percepção da doença, a predisposição ativo-combativa também aumenta. Isto demonstra a transformação, em si, dos fenómenos negativos de ansiedade, desânimo e desespero em estados psicológicos de predisposição ativo-combativa na luta contra a doença. Daqui, emana a importância da atuação de carácter psicoterapêutico, ou de acompanhamento psicológico, dos doentes oncológicos, no sentido de conduzir à redução dos factores emocionais negativos e à progressão da estimulação de atitudes ativas e combativas, na luta contra a doença. | pt_PT |
dc.identifier.issn | 2182-9284 | |
dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10400.26/10235 | |
dc.language.iso | por | pt_PT |
dc.peerreviewed | yes | pt_PT |
dc.publisher | Escola Superior de Enfermagem da Cruz Vermelha Portuguesa de Oliveira de Azeméis | pt_PT |
dc.relation.ispartofseries | Nº Apresentação; | |
dc.relation.publisherversion | http://issuu.com/revistaspeoesenfcvpoa/docs/output2 | pt_PT |
dc.subject | Doença oncológica | pt_PT |
dc.subject | Predisposições mentais | pt_PT |
dc.subject | Comportamentos de adaptação | pt_PT |
dc.title | Predisposição psicológica de adaptação comportamental à patologia oncológica | pt_PT |
dc.type | journal article | |
dspace.entity.type | Publication | |
oaire.citation.conferencePlace | Oliveira de Azeméis | pt_PT |
oaire.citation.endPage | 40 | pt_PT |
oaire.citation.issue | Nº Apresentação | pt_PT |
oaire.citation.startPage | 26 | pt_PT |
oaire.citation.title | Evidências | pt_PT |
rcaap.rights | openAccess | pt_PT |
rcaap.type | article | pt_PT |