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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
No passado, a política externa holandesa foi
caracterizada pela expressão “paz, ganhos e
princípios”. Na verdade, a política externa
holandesa tem características semelhantes à
de outras potências médias com desenvolvimento
elevado. Enquanto instrumento de política
externa, o uso ofensivo das suas forças
armadas não é a primeira escolha; muito pelo
contrário, o seu cerne está no reforço do primado
do Direito Internacional e nas instituições,
com o objectivo de criar relações internacionais
estáveis e pacíficas. O que realmente
distingue a Holanda é a sua ênfase nas relações
transatlânticas como forma de manter a
sua independência relativamente aos restantes
poderes continentais. Devido às mudanças
geoestratégicas dos anos 90, esta ênfase tem
vindo a perder relevância. Dado que a Europa
deixou de ser a prioridade estratégica dos
EUA em matéria de segurança e defesa, a Holanda
tenta encontrar um novo equilíbrio entre
o tradicional transatlantismo, através da NATO,
e a emergente Política Europeia de Segurança
e Defesa (PESD) da União Europeia.
Descrição
Palavras-chave
Relações internacionais Política externa Política de defesa Direito internacional Geoestratégia Perspectivas Pequenos estados Pós-guerra fria PESD NATO (EUA, 1949) UE (a partir de 1993) Holanda EUA
